segunda-feira, junho 20, 2011

Falhas na educação

          Segundo a reportagem do Jornal Nacional sobre a edução do Nordeste, a taxa de jovens analfabetos está muito alta. É absurdo que jovens  de 15 anos não saibam  ler em um país tão bem visto como o Brasil . Por que estes jovens estão abandonando a escola ? Será que eles não tem incentivo dos professores que estão com salários tão baixos para cumprir um papel tão importante em nosso meio ?
        Eu não acredito que os professores possam ganhar tão pouco , eles são os responsáveis  pela crescimento do pais e estão presentes  na base de formação da população.  Se eles não estiverem bem com sua profissão  não vão conseguir incentivar seus alunos, criando para  o futuro profissionais incapacitados .
        Se o governo melhorar o salario dos educadores  e o meio de educação eles ficarão mais satisfeitos e terão mais prazer em ensinar , incentivando seus alunos a ficar na escola . Mesmo que se gaste com mais educação agora , isso só trará lucros para o futuro

       
                                                                           Emily       

terça-feira, junho 07, 2011

O mal da imprensa

É realmente uma pena que a impressa não vá divulgar o texto do Prof. Marcos Bagno. Todos nós vemos todos os dias vária criticas sobre a imprensa brasileira, mais com certeza nenhuma tão bem fundamentada como esta.
De fato, a nossa imprensa não é o que se pode chamar de comprometida com a imparcialidade. É apenas ligar a tv em um jornal qualquer que encontramos jornalistas julgando quem tem razão em um acidente de carro, ou então tentando adivinhar que foi que jogou a criança do 6º andar do prédio. Isso quando não temos a infelicidade de nos deparar com uma reportagem sobre estraterrestres que não falam pessoalmente com imprensa.
Os jornais, principalmente os televisionados, perderam a muito o senso do ridículo. Para ganhar audiência apelam para o sensacionalismo e fazem qualquer coisa virar polêmica. Lamentável.

Sthefania

domingo, junho 05, 2011

Paciência


Não é de se espantar o índice de analfabetismo no Nordeste, pois está visível no Brasil inteiro a falta de Educação que existe. Podemos ver claramente a ineficiência do Governo na questão de educação. E ninguém percebe que o professor tem que ser valorizado a cada dia, é ele quem ensina as “pessoas do amanha”.

A educação é a solução para todos os problemas que o Brasil enfrenta; a educação é a base. Vemos que o problema vem desde a colonização, como disse Cristovam Buarque, não se preocuparam em educar os ex-escravos. E tudo gira em torno da educação; para que o Brasil se torne um país “desenvolvido”, é preciso primeiro ter como prioridade a educação.

O governo precisa resolver primeiro a questão de educação, assim uma população com educação de qualidade vai com certeza ser um país melhor. 

Laila Fernanda

sábado, junho 04, 2011

mais um problema a ser resolvido

é como todos dizem, atualmente, o Brasil é um país rico de população pobre. Hoje o Brasil é um dos países de maior destaque no mundo e está alcançando seu auge, com uma população economicamente ativa (PEA) cada vez maior e também uma imagem cada vez melhor. Com isso, aumenta também a sua responsabilidade como governo e como população. Mas nao é isso que acontece.
O crescimento econômico do Brasil nao está sendo proporcional a sua responsabilidade social. É preciso que, para que se consiga uma boa base no exterior, seu interior esteja organizado. O Brasil é a''menina dos olhos''  de muitos países, mas se esses países chegarem mais perto, nao verão apenas seus atributos econômicos e naturais. Eles verão uma população que trabalha demais, ganha de menos, e nao possui uma vida confortável o bastante. Isso sem contar nos niveis de pobreza e também na educaçao precária. O governo está, sim, dando bons passos para o desenvolvimento economico. Mas o que precisa se desenvolver afinal é a educaçao. A educaçao é a base de tudo, é ela quem irá formar melhores pessoas, melhores profissionais, e consequentemente uma melhora de vida em todo o país. O nordeste muitas vezes é símbolo dessa miséria e educaçao precária.  E nao sem motivos, pois mesmo tendo uma grande produçao na agricultura, possui quase 20% da populaçao acima de 15 anos analfabeta. Isso é realmente desenvolvimento? O brasil já chegou a investir mais na economia, mais na segurança, do que na educação. 

Como disse a professora Amanda Gurgel, no Rio Grande do Norte, enquanto a educaçao nao for prioridade no Brasil, nossos problemas nao serao resolvidos.  E é isso que tende a acontecer, o Brasil aproveitar muito seus outros setores, enquanto outro está em completa crise. Será mesmo que se fechar para os próprios problemas é uma soluçao para que a imagem do Brasil melhore? 
..  Ana Clara

sexta-feira, junho 03, 2011

Uma Questão de Interpretação

Maria Eugênia Arantes Gonçalves

E, mais uma vez, parece que nosso tema é o preconceito. A questão dos livros didáticos trouxe de volta à tona a velha história do preconceito lingüístico. Lembro-me desde muito pequena, das tirinhas do Chico Bento presentes em quase todos os meus livros de português, e devo dizer que não costumo cometer tantos erros quanto seria de se esperar. A razão disso é que, desde sempre, tive contato com a idéia de que falar diferente não é falar errado, e que cada ocasião aceita um tipo de linguagem distinto. Em momento algum me foi dito que artura é tão correto quanto altura, mas sim que em algumas regiões eu poderia ouvir as pessoas falando dessa maneira e que não deveria taxá-las de ignorantes por isso, que é mais uma questão cultural do que educacional.
Aprendi também que a norma culta tem sua razão de ser, ela serve para tornar a língua universal, de forma que, mesmo em um país tão grande e com tantos dialetos como o Brasil, todos consigam se compreender sem maiores problemas. A norma culta é uma espécie de padrão para que, não só num mesmo país, mais em qualquer ponto do globo, suas idéias possam atingir a qualquer interlocutor. Sendo assim, ela é mais uma maneira de unir os povos do que de confrontá-los.
Quando li pela primeira vez sobre a confusão presente nos livros didáticos, não sabia o que pensar. O fato de o livro apontar como certo algumas "inconcordâncias" causou-me uma grande dúvida. Não acredito que aquilo que vai contra o padrão estipulado (na língua) seja ENSINADO como algo correto e necessariamente aceitável, como foi afirmado sobre essas apostilas, e isso me incomodou um pouco - aliás, um tanto. Enquanto lia as tais tirinhas do Chico Bento, nunca cheguei a entender que eu estava livre para falar da maneira que quisesse simplesmente porque nem todas as situações pedem o uso sistemático da norma culta. No entanto aprendi, como já disse, que aqueles povos cuja cultura tenha adotado algum tipo de construção linguística não devem ser discriminados pois que aquilo é parte de sua identidade e de sua história. E talvez isso não esteja tão esclarecido assim nos livros didáticos das escolas públicas.
Como disse Marcos Bagno em seu livro, Preconceito Lingüístico, da mesma forma como um mapa-mundi não é o mundo, uma gramática não é a língua. Falta à população esclarecimento para aceitar essa diferença. Na minha opinião, antes de discriminarem o modo de falar de um indivíduo, as pessoas estão mais preocupadas em relacionar a fala à questão social, e o preconceito deixa de ser por considerarem erros de português uma ignorância para ser uma idéia elitista de patrões falando certo e operários falando errado (desculpe, não quis soar tão marxista). Mas se a função da língua é a comunicação, por que é continuamos nos atendo mais às trocas entre Ls E Rs do que à mesagem propriamente dita?

"Mas já sabemos que todo preconceito é fruto da ignorância..."
BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico, pag 97, cap II 


"Mas quando alguém te disser tá errado ou errada
Que não vai S em cebola
E não vai S em feliz
Que o X pode ter som de Z
E o CH pode ter som de X
Acredito que errado é aquele que fala correto
E não vive o que diz..."
           Zaluzejo - O Teatro Mágico