É o aumento na taxa a ser paga no ENEM não serviu para nada, pois mais uma vez tivemos problemas com as provas. Se cancelar as questões que foram copiadas estarão prejudicando muitas pessoas que acertaram essas questões, irão estar ajudando alguns e prejudicando outros, ja que se uma pessoa errou essas questões e elas foram anuladas, a sua media irá aumentar, mas as pessoas que acertaram irão estar sendo lesadas, pois sua média estará sendo reduzida. Os órgãos responsáveis por esse julgamento devem pensar em todos, não em somente um estado brasileiro que é o Ceará - local onde ocorreu o vazamento das questões - que é o local onde deve ocorrer algo. O Inep já disse que não há possibilidade de cancelar tanto o ENEM como as questões que vazaram, decisão que acalma muitos estudantes que foram justos e fizeram essa prova honestamente, já que nem sequer sabiam do vazamento das questões. O professor que entregou essas questões ao seu alunos como preparativo para o ENEM deve ser interrogado com muita precisão e talvez ser banido do seu cargo por estar lesando estudantes do Brasil inteiro, quer dizer menos os estudantes desse professor.
Thales Lenzi
sábado, novembro 19, 2011
terça-feira, outubro 04, 2011
A cultura do TER
O Brasil é um país em ascenção no mundo globalizado, no que diz respeito à economia. Junto com essa ascenção, surge também uma nova classe que saiu da pobreza e tem alto poder de compra : A classe C. Junto com essa classe, surgem novas necessidades, ou melhor, uma nova necessidade.. afinal, do que essa classe emergente precisa?
O Brasil mostrou sua capacidade de gerar lucros ao retirar boa parte da população da linha de extrema pobreza. Boa parte disso se deve à criação de bolsas, contribuições, oportunidades de emprego e investimento nas áreas mais ''isoladas do país''. Essa parcela da população hoje pode consumir, pode ter sua casa e sustentar os filhos, garantindo-os também uma boa educação. Isso incomodou um pouco a classe média, que trabalha o dobro pelo mesmo salário, sem receber outros benefícios.Talvez seja esse o motivo por que um individuo da classe C possui mais bens que um de classe média. Uma pessoa de classe C, hoje, pode comprar uma televisão, um rádio ou um carro antes de comprar o alimento para a própria família, ou para construir uma moradia melhor. Hoje existe uma necessidade de comprar, de ter tudo, de seguir a cultura dos países ''desenvolvidos''. A cultura está sendo comprada. É melhor pensar que agora a classe C não possui mais necessidade de bens materiais, agora o problema é outro. Essa cultura do consumo nem sempre foi buscada por eles mesmos. O que podem comprar são informações vendidas e combinadas. Uma revista direcionada à classe C possui apenas a receita da nova dieta, ou a forma mais rápida de ganhar dinheiro com trabalhos informais. É isso mesmo que essa classe procura? nem sempre. Por isso é preciso não dar somente o dinheiro, mas fornecer uma boa fonte de informações . é preciso criar uma familia mais bem estruturada, e escolas que atendam às necessidades da população. É questão de prioridade. Se hoje as familias que eram muito pobres têm o que comer, onde morar e roupas pra vestir, essas mesmas familias precisam se educar para saber dar importancia à essas coisas e saber como usá-las.
As informaçoes seriam mais um passo à frente no desenvolvimento do Brasil. Elas seriam sobre educação e sobre como formar um cidadão melhor. É fato que precisamos TER. Mas é preciso analisar pesos e medidas, e ver que é melhor pedir para a nova classe trocar o celular por um pouco mais de cultura.
Ana Clara
O Brasil mostrou sua capacidade de gerar lucros ao retirar boa parte da população da linha de extrema pobreza. Boa parte disso se deve à criação de bolsas, contribuições, oportunidades de emprego e investimento nas áreas mais ''isoladas do país''. Essa parcela da população hoje pode consumir, pode ter sua casa e sustentar os filhos, garantindo-os também uma boa educação. Isso incomodou um pouco a classe média, que trabalha o dobro pelo mesmo salário, sem receber outros benefícios.Talvez seja esse o motivo por que um individuo da classe C possui mais bens que um de classe média. Uma pessoa de classe C, hoje, pode comprar uma televisão, um rádio ou um carro antes de comprar o alimento para a própria família, ou para construir uma moradia melhor. Hoje existe uma necessidade de comprar, de ter tudo, de seguir a cultura dos países ''desenvolvidos''. A cultura está sendo comprada. É melhor pensar que agora a classe C não possui mais necessidade de bens materiais, agora o problema é outro. Essa cultura do consumo nem sempre foi buscada por eles mesmos. O que podem comprar são informações vendidas e combinadas. Uma revista direcionada à classe C possui apenas a receita da nova dieta, ou a forma mais rápida de ganhar dinheiro com trabalhos informais. É isso mesmo que essa classe procura? nem sempre. Por isso é preciso não dar somente o dinheiro, mas fornecer uma boa fonte de informações . é preciso criar uma familia mais bem estruturada, e escolas que atendam às necessidades da população. É questão de prioridade. Se hoje as familias que eram muito pobres têm o que comer, onde morar e roupas pra vestir, essas mesmas familias precisam se educar para saber dar importancia à essas coisas e saber como usá-las.
As informaçoes seriam mais um passo à frente no desenvolvimento do Brasil. Elas seriam sobre educação e sobre como formar um cidadão melhor. É fato que precisamos TER. Mas é preciso analisar pesos e medidas, e ver que é melhor pedir para a nova classe trocar o celular por um pouco mais de cultura.
Ana Clara
E aí governo?
Talvez os péssimos salários pagos aos professores e a falta de comprometimento dos alunos seja a maior causa da baixa qualidade da educação no Brasil.
Atualmente ouvimos várias criticas em relação ao baixo nível de qualidade da educação brasileira. Os estrangeiros criticam nosso modo de educar, e nós mesmos não estamos satisfeitos com o que temos, mas em relação a isso ninguém faz nada para combater.
Há pouco tempo atrás findou uma greve dos professores do estado de Minas Gerais, esta que durou mais de cem dias, prejudicando os alunos e que terminou sem que o reajuste salarial exigido fosse alcançado. Isso não é culpa de professores e sim de um governo que não preza a melhora da educação.
Com professores mal remunerados, a educação decai devido à falta de interesse dos professores em relação ao deu emprego.
Também, no Brasil há uma grande falta de interesse por parte dos estudantes em relação à escola. Estes vão à escola apenas para ocupar tempo espaço e atrapalhar os demais.
Juntando as duas desordens vemos que a educação só tende a decair. Devemos exigir dos nossos governantes melhoras na educação, começando desde melhora de salários para os professores até a conscientização dos jovens de escola é para estudar e não um passatempo para rever amigos.
Sávio Moreira Carimbá
segunda-feira, outubro 03, 2011
Alerta para os colegas do 2º ano
Acho que tem muito texto ''desnecessário'' aqui. Não foi essa a palavra que quis usar, mas acho que independente da dificuldade de alguns para escrever, esse blog foi feito pra estimular nossa criatividade e nossa capacidade de se posicionar diante dos temas propostos pela professora. Sabendo disso, acho injusto que sejam colocados textos copiados da internet aqui. Seu texto nao precisa ser o melhor, nem o maior, nem o mais complicado, mas ele precisa ser SEU.
Então, nao escrevo isso pra julgar niguém, mas pra mostrar que não é só pela nota, mas também para incentivar quem nao escreve a valorizar SUA PRÓPIA opinião.
Obrigada,
Ana Clara (:
Então, nao escrevo isso pra julgar niguém, mas pra mostrar que não é só pela nota, mas também para incentivar quem nao escreve a valorizar SUA PRÓPIA opinião.
Obrigada,
Ana Clara (:
ENEM
O Enem é uma prova nacional em que a nota máxima nunca é dez. Ela é variável, de ano para ano, em uma escala que vai de 0 a 1.000 pontos.Pela TRI, as questões da prova são divididas em três categorias: fáceis, médias e difíceis.
De acordo com o percentual de erros e acertos em cada item na fase de testes, o peso das perguntas pode mudar. É por isso que dois candidatos podem ter o mesmo número de acertos, mas não conseguir necessariamente uma pontuação final igual.- Na hora do exame, é importante não ficar horas em uma questão em que encontre dificuldade. A prova é longa, mas o tempo é curto para responder cada item, por isso devemos fazer a prova com a máxima atenção.
Sávio henrique
De acordo com o percentual de erros e acertos em cada item na fase de testes, o peso das perguntas pode mudar. É por isso que dois candidatos podem ter o mesmo número de acertos, mas não conseguir necessariamente uma pontuação final igual.- Na hora do exame, é importante não ficar horas em uma questão em que encontre dificuldade. A prova é longa, mas o tempo é curto para responder cada item, por isso devemos fazer a prova com a máxima atenção.
Sávio henrique
Enem
As escolas Publicas estão cada vez com maior nota no ENEM, com grande desenvolvimento no ensino aprendizagem, o indice de aprendizagem está avançando cada vez mais, o ENEM despertou nos estudantes o interesse nos estudos. Uma alteração importante para que eles quisessem mostrar realmente a cara do ensino medio do pais e passou a fazer parte da seleção para universidades federai. O que de certa forma unificou o vestibular das universidades federais e começou a causar diversos problemas ao exame.
Depois que o exame passou a valer como vestibular é bem notável que o interesse dos estudantes que pretendem uma vaga em uma universidade publica aumentou. Na verdade as escolas particulares tem uma grande vantagem sobre os estudantes das escolas publicas, principalmente os que fazem os cursinhos para o ENEM.
Na minha opinião o ENEm deveria ter um peso seriamente no vestibular das universidades publicas e particulares. Porém deveria ser somente um peso no calculo daqueles que vão disputar as vagas, mas não como uma porta de entrada direta.
Sávio Henrique
Depois que o exame passou a valer como vestibular é bem notável que o interesse dos estudantes que pretendem uma vaga em uma universidade publica aumentou. Na verdade as escolas particulares tem uma grande vantagem sobre os estudantes das escolas publicas, principalmente os que fazem os cursinhos para o ENEM.
Na minha opinião o ENEm deveria ter um peso seriamente no vestibular das universidades publicas e particulares. Porém deveria ser somente um peso no calculo daqueles que vão disputar as vagas, mas não como uma porta de entrada direta.
Sávio Henrique
Os 20 anos do ECA
Emily R.
O ECA fez 20 anos que foi instituída, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No entanto, não há quem nunca tenha visto crianças e adolescentes nas ruas a catar papelão, a pedir esmolas, no crime ou na prostituição. Cenas que fazem parte do nosso dia a dia são das mais preocupantes, tendo em vista que são pessoas em fase peculiar de desenvolvimento com as quais se ensaia o futuro da sociedade.
O ECA é considerado uma lei-revolução, em que a criança e o adolescente eram segregados e simplesmente objetos de direito. Hoje, as crianças e os adolescentes são pessoas sujeitas de direitos e deveres, e um dos principais objetivos do ECA é regulamentar e garantir a imposição à família, à sociedade e ao Estado assegurarem os direitos da criança e do adolescente, bem como disciplinar os mecanismos para sua efetivação.
É necessário romper com a ideia de que o ECA só protege a criança e o adolescente. Quando crianças e adolescentes são vítimas, terão medidas de proteção. Mas se o adolescente cometer um ato infracional, poderá sofrer uma medida socioeducativa como proposta pedagógica de reinserção social.
O ECA é fruto da mobilização social e do trabalho de profissionais que tiveram a sensibilidade de enxergar a problemática em torno da violação dos direitos da criança e do adolescente e do aumento da criminalidade infanto-juvenil, bem como a importância da criação do Estatuto no universo jurídico. E de fato ocorreram resultados significativos, como a diminuição da mortalidade e do trabalho infantil, o aumento de inserção na escola e denúncias de violência. Contudo, ainda há violações aos direitos fundamentais, e são inadmissíveis comportamentos de omissão, indiferença e acomodação.
Ao se comemorar os 20 anos do ECA, devemos repensar nossas atitudes de modo a concretizar os dispositivos do Estatuto, que é um importante instrumento de cidadania e transformação social.
O ECA é considerado uma lei-revolução, em que a criança e o adolescente eram segregados e simplesmente objetos de direito. Hoje, as crianças e os adolescentes são pessoas sujeitas de direitos e deveres, e um dos principais objetivos do ECA é regulamentar e garantir a imposição à família, à sociedade e ao Estado assegurarem os direitos da criança e do adolescente, bem como disciplinar os mecanismos para sua efetivação.
É necessário romper com a ideia de que o ECA só protege a criança e o adolescente. Quando crianças e adolescentes são vítimas, terão medidas de proteção. Mas se o adolescente cometer um ato infracional, poderá sofrer uma medida socioeducativa como proposta pedagógica de reinserção social.
O ECA é fruto da mobilização social e do trabalho de profissionais que tiveram a sensibilidade de enxergar a problemática em torno da violação dos direitos da criança e do adolescente e do aumento da criminalidade infanto-juvenil, bem como a importância da criação do Estatuto no universo jurídico. E de fato ocorreram resultados significativos, como a diminuição da mortalidade e do trabalho infantil, o aumento de inserção na escola e denúncias de violência. Contudo, ainda há violações aos direitos fundamentais, e são inadmissíveis comportamentos de omissão, indiferença e acomodação.
Ao se comemorar os 20 anos do ECA, devemos repensar nossas atitudes de modo a concretizar os dispositivos do Estatuto, que é um importante instrumento de cidadania e transformação social.
Não à Violência Doméstica!
A violência doméstica é realizada dentro de casa, geralmente entre parentes. Pode ser abuso sexual, violência contra a mulher… Essas violências podem ser físicas ou psicológicas.
Um caso de violência doméstica recente foi o de Isabela Nardoni, que mobilizou o país. Casos como este não são tão difíceis de encontrar, pais machucando filhos por nada, ou até por pensar que estariam “educando”.
Estatísticas falam que o número de casos de violência doméstica com crianças é maior do que se pode imaginar.
Todos os dias, cerca de duas crianças são assassinadas no Brasil por seus pais ou parentes. Segundo dados do Ministério da Saúde, outras tantas sofrem de espancamento, abandono e abuso sexual.
Todos esses casos de violência doméstica são terríveis, com certeza pessoas que cometem essas tragédias não têm consciência do mal que podem causar a crianças indefesas. Renan Borges
Droga de vida
José Ruy
Em meio aos jovens, andar com pessoas que utilizam algum tipo de entorpecente é praticamente normal. E, por conta disso, no mínimo um dos nossos amigos usa algum tipo de substância ilegal, mesmo que não saibamos. Eu acho deprimente ter de afirmar isso, mas a cada dia que passa milhares de adolescentes entram em um submundo de vício que parte da maconha até o crack e outras drogas muito mais pesadas. Já virou até clichê dizer que a parada final é a morte, mas isso não deixa de ser verdade. Em meio a esse cenário atual, uma das perguntas mais feitas é: de quem é a culpa?
Sem dúvida nenhuma, dos usuários. Vício não se herda dos pais, nem é imposto pela sociedade. Dos pais, recebemos apenas educação. Porém, mesmo com ela, muitos adolescentes preferem os conselhos de traficantes. E nenhum traficante que se preze vai forçar alguém a usar drogas, afinal ele é sempre um amigo e nunca ofereceria algo que não fosse legal. Além disso, usar drogas virou moda, marca da juventude rebelada que teve tudo nas mãos, nunca lutou por nada e se acha no direito de fazer uma revolução.
Se não fossem os usuários, todo esse comércio ilegal já teria acabado há muito tempo. E esse usuário não deve ser idealizado como uma pessoa sem condições, marginalizada pela sociedade e que furta para pagar pelas drogas que consome. O usuário que sustenta esse tráfico é um estudante que sempre teve acesso a tudo o que quis e nunca realmente trabalhou para receber dinheiro.
Os motivos para o consumo são ainda mais incoerentes. Como ressaltei, o apelo dos jovens é que usar drogas é legal. De muitos amigos, escutei que festas sem bebidas ou drogas não são festas. Existem tantas desculpas para esse consumo, uma mais ridícula que a outra, que me dá até vontade de rir. Não um riso feliz, mas aquele amarelo do coringa. Um que esconde a vergonha de pertencer a uma geração tão fútil, cujo lema ironicamente é Viva a vida, pois a vida é curta. Sim, curta para eles. Curta de ideias, de personalidade, de caráter, de todos os valores morais que realmente contam. É uma semivida, na qual sua felicidade acabou dependendo desse estado eufórico em que você esquece todas as derrotas.
Concluindo que, é da falta de responsabilidade que parte toda essa situação triste em que está imersa grande parte da juventude brasileira. Atualmente tudo é fácil, e o mundo apressado faz com que tenhamos o que queremos nas mãos sem ou com pouco esforço. O remédio para essa epidemia não é apenas a conscientização, mas o amadurecimento dessa geração tão infantil.
Sem dúvida nenhuma, dos usuários. Vício não se herda dos pais, nem é imposto pela sociedade. Dos pais, recebemos apenas educação. Porém, mesmo com ela, muitos adolescentes preferem os conselhos de traficantes. E nenhum traficante que se preze vai forçar alguém a usar drogas, afinal ele é sempre um amigo e nunca ofereceria algo que não fosse legal. Além disso, usar drogas virou moda, marca da juventude rebelada que teve tudo nas mãos, nunca lutou por nada e se acha no direito de fazer uma revolução.
Se não fossem os usuários, todo esse comércio ilegal já teria acabado há muito tempo. E esse usuário não deve ser idealizado como uma pessoa sem condições, marginalizada pela sociedade e que furta para pagar pelas drogas que consome. O usuário que sustenta esse tráfico é um estudante que sempre teve acesso a tudo o que quis e nunca realmente trabalhou para receber dinheiro.
Os motivos para o consumo são ainda mais incoerentes. Como ressaltei, o apelo dos jovens é que usar drogas é legal. De muitos amigos, escutei que festas sem bebidas ou drogas não são festas. Existem tantas desculpas para esse consumo, uma mais ridícula que a outra, que me dá até vontade de rir. Não um riso feliz, mas aquele amarelo do coringa. Um que esconde a vergonha de pertencer a uma geração tão fútil, cujo lema ironicamente é Viva a vida, pois a vida é curta. Sim, curta para eles. Curta de ideias, de personalidade, de caráter, de todos os valores morais que realmente contam. É uma semivida, na qual sua felicidade acabou dependendo desse estado eufórico em que você esquece todas as derrotas.
Concluindo que, é da falta de responsabilidade que parte toda essa situação triste em que está imersa grande parte da juventude brasileira. Atualmente tudo é fácil, e o mundo apressado faz com que tenhamos o que queremos nas mãos sem ou com pouco esforço. O remédio para essa epidemia não é apenas a conscientização, mas o amadurecimento dessa geração tão infantil.
Educação em crise?
EMILY RODRIGUES
Não! A educação escolar brasileira não está em crise? Vou usar a expressão educação escolar, porque educação é algo que vai além da escola. A escola é um dos lugares onde a educação acontece. Dito isso, volto a reafirmar: a educação escolar brasileira não está passando por uma crise como tanto se escuta e se lê diariamente. Mas por que estou afirmando com tanta veemência que a educação não está em crise, se a maioria dos especialistas no assunto e, também, os comunicadores dizem o contrário?
A razão é simples e tem a ver com a palavra crise. Se fosse uma crise, já teria passado. Algo que se prolongue por muito tempo não pode ser chamado de crise. Crise é algo que se resolve dentro de um espaço de tempo não muito longo. Resumindo: crise é algo que sempre é passageiro.
O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe. Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis. Assim, nossa situação de precariedade na educação escolar é decorrência do modelo, ou melhor, dos modelos que foram adotados desde sempre.
Vale ressaltar que isso que estou afirmando não é nenhuma novidade. Pelo menos para quem tem se preocupado, realmente, em estudar e tentar entender com seriedade e honestidade o que acontece com a sociedade brasileira em geral e com a educação escolar em particular. O Brasil padece de uma doença crônica que é a tendência a copiar e a imitar os modelos, primeiro de além-mar e, depois, norte-americanos, ao invés de criar, de inventar as próprias alternativas para os seus problemas e dificuldades.
Se dermos outro salto veremos que o grande problema da educação escolar brasileira não é de crise, mas, sim, do modelo ou modelos de educação escolar que temos adotado. Nossos modelos educacionais têm esquecido algo elementar: as crianças reais do país real em que vivemos: o Brasil. Um país onde cerca de 80% das crianças de periferia, que cursam o segundo ano do Ensino Fundamental tem mais escolaridade que os pais. Isso não é crise. Isso é modelo falido desde sempre. Pergunto: Será que não temos teorias demais, pedagogias demais, investigações demais, psicologias demais sobre educação escolar e, infelizmente, atitudes de menos?
A razão é simples e tem a ver com a palavra crise. Se fosse uma crise, já teria passado. Algo que se prolongue por muito tempo não pode ser chamado de crise. Crise é algo que se resolve dentro de um espaço de tempo não muito longo. Resumindo: crise é algo que sempre é passageiro.
O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe. Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis. Assim, nossa situação de precariedade na educação escolar é decorrência do modelo, ou melhor, dos modelos que foram adotados desde sempre.
Vale ressaltar que isso que estou afirmando não é nenhuma novidade. Pelo menos para quem tem se preocupado, realmente, em estudar e tentar entender com seriedade e honestidade o que acontece com a sociedade brasileira em geral e com a educação escolar em particular. O Brasil padece de uma doença crônica que é a tendência a copiar e a imitar os modelos, primeiro de além-mar e, depois, norte-americanos, ao invés de criar, de inventar as próprias alternativas para os seus problemas e dificuldades.
Se dermos outro salto veremos que o grande problema da educação escolar brasileira não é de crise, mas, sim, do modelo ou modelos de educação escolar que temos adotado. Nossos modelos educacionais têm esquecido algo elementar: as crianças reais do país real em que vivemos: o Brasil. Um país onde cerca de 80% das crianças de periferia, que cursam o segundo ano do Ensino Fundamental tem mais escolaridade que os pais. Isso não é crise. Isso é modelo falido desde sempre. Pergunto: Será que não temos teorias demais, pedagogias demais, investigações demais, psicologias demais sobre educação escolar e, infelizmente, atitudes de menos?
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