domingo, março 20, 2011

Curso superior com qualidade duvidosa

 No Brasil os cursos superiores não são o que todos pensam, o baixo PIB na educação favorece o crescente número  de escolas de má qualidade. 160 mil alunos hoje estão em um curso superior de qualidade ruim, e quando esse formarem? Eles irão exercer cargos no Brasil é claro, esses profissionais podem ser médicos, advogados (se conseguirem passar na prova da OAB)...Olha os riscos que estamos correndo, um “profissional” formado em um curso ruim, gera um profissional mal preparado, por isso que estamos vendo nos jornais quase todos os dias, os erros dos profissionais, podendo gerar a morte das pessoas, como no caso da enfermeira que injetou vaselina em uma menina pensando que era um medicamento.

O problema ainda continua, pois de 4449 cursos, somente 1723 já passaram por uma avaliação do MEC, enquanto os outros não passam pela avaliação, como podemos escolher um curso que realmente seja bom? Não sabemos escolher pela qualidade, o brasileiro escolhe pelo gasto, o de menor gasto é o bom para ele, também não precisa exagerar e escolher a USP sendo que você mora no Acre, que com certeza o custo irá ser alto, mas porque não escolher um realmente bom próximo ao seu Estado.

Os cursos que já foram avaliados pelo MEC, em três anos de avaliação 40% tiveram notas entre 1,95 e 2,95, no MEC os que têm nota três são regulares, e teve cursos ainda com conceito abaixo de 1, que educação é essa? Como que deixam cursos com rótulo de regulares abrigarem alunos? Que profissionais serão esses? Se o curso não tem capacidade de tirar um conceito bom, então que feche esse curso, o governo brasileiro tem que fechar esses cursos de má qualidade, e somente exigir que um curso permaneça no “mercado” com um conceito digno para conseguir formar um ótimo profissional.

Thales 

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