Esse exemplo é um retrato do que seria a educação brasileira se não estivesse escrito na constituição que todos cidadão tem direito à educação gratuita e de qualidade, e que o estado pode punir quem impedir que isso aconteça. Somos obrigados e pagam-se aos pais para fazerem suas crianças irem à escola todos os dias.
Nunca nos foi ensinado que estudar nos faz ser melhores como pessoa, crescer, entender o mundo e conhecer tudo que há de fascinante nesse planeta. Aprendemos que a escola é um xarope amargo, que se não tomarmos por bem nos será enfiado boca abaixo, e se mesmo assim resistirmos e não tomarmos, nosso destino será inevitavelmente puxar uma carroça durante o resto de nossas vidas.
Os jovens que crescem ouvindo isso chegam ao ensino médio vendo qualquer oportunidade de não estudar como um bonus, ficam felizes por não serem obrigados a fazer um curso ou escrever toda semana em um blog de redação.
A mudança que a nossa presidenta Dilma tanto quer tem quem que ter o objetivo de alcançar a mente da sociedade. O primeiro passo para isso ela mesma deu: deixou toda a população penssando porque a primeira presidente mulher, ou presidenta, como prefere ser chamada, falou tanto de educação e escola ao tomar posse de um pais que acabou de descobrir um lago de petróleo bem no seu quintal. Parabéns a Dilma e a todos que sempre acreditaram que a educação é sim um remédio, mas que não tem um gosto amargo.
Sthefania
Sthe, eu adoreeei seu texto!
ResponderExcluirgostei pq alem de vc fazer um comentario geral vc ainda deu o exemplo do senai. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer justo no Senai, tão perto da gente..
Ana Clara.
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ResponderExcluirLegal mesmo é pensar que eu sou um dentre os vinte e dois que começaram, mas, triste mesmo é fazer parte dos sete saudáveis que mesmo provando do amargo todos os dias continuam na luta.
ResponderExcluirUma correção: erroneamente a palavra triste faz parte do último parágrafo, simplesmente porque ter com quem compartilhar todas as tardes de sorrisos e alegrias como as nossas não é digno de um adjetivo tão vazio quanto esse. Triste é saber que a boa vontade do ser humano se revela cômoda e de extrema invalidez.
Última ressalva: o AMARGO às vezes é DOCE.
Belo texto Sthefânia =]
Igor.