A Lei Maria da Penha completou 5 anos, e nesses anos ajudou muitas mulheres que conseguiram acabar com seu sofrimento colocando na prisão homens machistas, que na maioria das vezes quem as agride é o próprio mardo que chega em casa bêbado ou até "normal". Na nova novela do horário nobre da Rede Globo há uma mulher que sofre com o marido que a agride por qualquer besteira e sua filha também é agredida, mas essa mulher mulher não denuncia por que fica com medo de apanhar mais ainda, e também é assim na vida real, há varias mulheres por esse nosso Brasil que sofrem nas mãos de seus maridos, mas não denunciam, pois tem medo deles. A Lei Maria da Penha ajudou a penalizar esses covardes, mas para penalizá-los houve as denuncias, é claro, se as mulheres que sofrem com esse covardes não denunciar, elas vão apanhar provavelmente até a morte, pois ninguém saberá que a pessoa sofreu agressões a não ser pelos hematomas, que são desconversados pelas vítimas quando alguém pergunta a elas o que aconteceu, as vítimas soltam as famosas frases "Ah! eu caí na cozinha", tudo isso para não desconfiarem do agressor e denuncia-los. A Lei Maria da Penha ainda é um pouco falha devido ao medo das agredidas, que devem denunciar os agressores o mais rápido possível.
Thales Lenzi
terça-feira, agosto 30, 2011
domingo, agosto 28, 2011
Tarda mas não falha
O pedido de divulgação das correções do ENEM não acontecem há pouco tempo. Mesmo sabendo das limitações e das mudanças que surgiram ao longo dos anos de existencia desse exame, é inevitavel que os alunos queiram saber sobre seus resultados. Isso , claro, porque todos tem o direito de saber onde estão os erros e como consertá-los em uma próxima vez.
Os alunos se sentem cada dia mais pressionados para o tão esperado vestibular. Hoje, é dificil ouvir a palavra vestibular e o que mais invade as salas de aula é a palavra ENEM. É inegável que esse exame tomou cada vez mais espaço, deixando poucas universidades que ainda insistem em uma segunda fase. Isso implica em um número maior de estudantes para fazer a mesma prova, e trabalho dobrado para os que corrigem. Generalizar o exame é tentar melhorar - e tornar mais igual - o nível das universidades e dos estudantes que nela ingressam. Assim como a prova do ENEM, os alunos buscam a cada dia se aperfeiçoar. Aprendemos com os nossos erros, é o que sempre dizem. Mas como podemos melhorar se não sabemos onde ele está? O Brasil é um pais onde nem todos têm o hábito de reivindicar seus direitos de forma eficaz, mas os estudantes são - ou deveriam ser - a maior força do país.
Com uma população crescente, é dificil tratar todos de forma igual e muito atenciosa, por isso não será possível que os alunos contestem as correções disponíveis na internet. Mesmo assim, para os alunos, isso já é uma boa conquista e mostra que é possivel ter mudanças quando se apresentam as necessidades e as boas consequencias que essas mudanças podem trazer.
Ana Clara
Os alunos se sentem cada dia mais pressionados para o tão esperado vestibular. Hoje, é dificil ouvir a palavra vestibular e o que mais invade as salas de aula é a palavra ENEM. É inegável que esse exame tomou cada vez mais espaço, deixando poucas universidades que ainda insistem em uma segunda fase. Isso implica em um número maior de estudantes para fazer a mesma prova, e trabalho dobrado para os que corrigem. Generalizar o exame é tentar melhorar - e tornar mais igual - o nível das universidades e dos estudantes que nela ingressam. Assim como a prova do ENEM, os alunos buscam a cada dia se aperfeiçoar. Aprendemos com os nossos erros, é o que sempre dizem. Mas como podemos melhorar se não sabemos onde ele está? O Brasil é um pais onde nem todos têm o hábito de reivindicar seus direitos de forma eficaz, mas os estudantes são - ou deveriam ser - a maior força do país.
Com uma população crescente, é dificil tratar todos de forma igual e muito atenciosa, por isso não será possível que os alunos contestem as correções disponíveis na internet. Mesmo assim, para os alunos, isso já é uma boa conquista e mostra que é possivel ter mudanças quando se apresentam as necessidades e as boas consequencias que essas mudanças podem trazer.
Ana Clara
sábado, agosto 20, 2011
Enem 2012
A partir do ano que vem, estudantes poderão acessar à correção das provas do Enem. Com o acesso à correção, os alunos poderão saber o que erraram ou acertaram, como foi o seu desempenho na prova... além de evitar que alunos entrem com recursos contra a correção( que pode gerar um atraso na divulgação dos resultados, prejudicando alguns estudantes).
O Enem ainda está passando por mudanças e está ficando cada vez mais organizado para evitar problemas nas provas ( afinal, fornecerem provas bem elaboradas é dever dos organizadores).
Váris universidades estão utilizando o Enem como processo seletivo, se continuar a ter problemas, muitas universidades podem deixar de usar as notas do Enem, prejudicando muitos estudantes.
Aline
O Enem ainda está passando por mudanças e está ficando cada vez mais organizado para evitar problemas nas provas ( afinal, fornecerem provas bem elaboradas é dever dos organizadores).
Váris universidades estão utilizando o Enem como processo seletivo, se continuar a ter problemas, muitas universidades podem deixar de usar as notas do Enem, prejudicando muitos estudantes.
Aline
sexta-feira, agosto 19, 2011
Cartas Na Mesa
Maria Eugênia Arantes Gonçalves
Se é assim com as questões objetivas, não há como explicar a insegurança de um estudante que recebe a nota da sua redação e não consegue nem mesmo imaginar o que foi julgado ali e como os corretores avaliaram seu texto. Disponibilizar as correções aos alunos, antes de ser um esclarecimento, será uma forma de torná-los mais seguros e confiantes. Para aqueles que já participam do exame desde seu primeiro ano no Ensino Médio, esse acordo funcionará também como uma bússola, para que ele se prepare melhor para o próximo exame, sabendo aquilo que deve ser mudado.
É muito difícil para nós, estudantes, nos localizarmos em meio à tantas matérias, termos e fórmulas, nos preparar para um exame que pode cobrar tudo - ou, às vezes, quase nada do todo que esperamos. Levamos quase quinze anos de nossa vida nos esforçando para conseguir entender a pequena fração das coisas que nos é passada na escola, muitas delas que são esquecidas ou perdidas com o tempo. Verificar o resultado de um exame desse tipo e não saber o que levou a ele nos coloca na mesma posição de quem busca o tratamento de uma enfermidade desconhecida - Se é que entende onde quero chegar.
Sem entrar nos prós e contras ou voltar a mencionar toda a reviravolta que o ENEM causou em suas últimas edições, acredito que, dessa vez, a medida tomada foi completamente acertada. Nada mais é do que um dever dos examinadores, deixar visível aos estudantes o que foi feito, justificá-lo. E cada vírgula desse termo recém-assinado trará melhorias ao exame e aos examinados. A estes, principalmente.
quinta-feira, agosto 18, 2011
Uma oportunidade para aprender
Todos sabem que para acertar é preciso também errar. Um dos maiores motivos de precisarmos ver nossas provas é o fato de que precisamos entender o que fizemos, para mais tarde não cometer nossos erros novamente.
Com a nova medida adotada no Enem, finalmente teremos acesso a correção de nossas provas e tal modificação pode trazer melhorias para muitos alunos. O fato de sabermos que realmente veremos como foi avaliado nosso desempenho pode fazer com que o aluno se empenhe mais nos estudos e na hora da prova.
Não somente para trazer mais segurança, a correção do Enem vem para demonstrar mais seriedade no exame. Realmente espero que as coisas comecem a dar certo nessa importante prova que abrange alunos de todo nosso país.
Iara Tonon
quarta-feira, agosto 17, 2011
Lei Maria da Penha
Sem duvida alguma, hoje os relacionamentos em geral não estão como antes. As pessoas não têm mais respeito pelo próximo e aqueles que deveriam dar exemplo, passam a ser os criminosos. O homem vem se mostrando cada vez mais desumano, porque simplesmente não sabe mais respeitar quem o rodeia.
Se há uma lei que realmente vem para melhorar esta situação, esta é a Lei Maria da Penha, que completou cinco anos. Pelo fato de que o homem não respeita mais nem as mulheres que deveria amar, essa importante lei veio aprisionar todos aqueles que agridem as mulheres por fatos ridículos como ciúme, falta de compreensão e dialogo, e principalmente por seus próprios vícios.
Normalmente é muito fácil encontrarmos casos em que as próprias mulheres sentem medo em denunciar os agressores, principalmente por sofrerem ameaças. Mas devemos lembrar que se não reagirmos, muitos criminosos continuarão soltos, e quem vai sofrer somos nós mesmos.
Iara Tonon
terça-feira, agosto 16, 2011
Correção do ENEM 2012
Com a medida assinada que garante aos candidatos do ENEM o direito de acesso à correção fará com que o aluno veja em qual matéria ele precisará se esforçar mais , o aluno a partir de 2012 não poderá entrar com recursos contra a correção da prova, o INEP garante que irá ter uma revisão automática de notas que possam estar erradas. Primeiramente o ENEM tem que começar a ser bem feito, evitando assim problemas no futuro, a bagunça ja foi grande nos últimos anos devido a grandes erros, os alunos estão com medo de novo erros na prova desse ano. Uma maneira de evitar esses erros era a volta dos vestibulares separados de cada universidade, mas seria uma maneira injusta, pois as escola são voltadas para uma certa universidade, prejudicando os alunos do mesmo jeito que os erros do ENEM, então chegamos a conclusão de que para os erros do ENEM se extinguirem basta fazer a prova com cuidado evitando erros já que é o futuro de milhões de candidatos ao ano.
Thales
Thales
domingo, agosto 14, 2011
José Ruy
No âmbito legal é a primeira iniciativa de proteção às mulheres. Antes da Lei Maria da Penha, não tinha nada especifico de rede de proteção às mulheres, porque a lei vai além da questão da punição. Não é uma lei estritamente penal, pois também prevê medidas protetivas às mulheres. Hoje, o Estado se responsabiliza pela situação das mulheres que apresentam histórico de violência.
A partir disso, temos um aumento significativo no número de serviços especializados que vão desde a delegacia especializada, passando pelo centro de referência, que presta serviços psicológicos e de assistência social para resgatar a autoestima e a autonomia.
Tudo tem garantido que as mulheres, que se encontram nessa situação, possam buscar ajuda e respaldo para elas. O poder Judiciário tem uma tradição conservadora, legalista e acaba se prendendo a alguns detalhes que prejudicam a interpretação da lei e dessa forma aplicam de maneira incorreta.
A partir disso, temos um aumento significativo no número de serviços especializados que vão desde a delegacia especializada, passando pelo centro de referência, que presta serviços psicológicos e de assistência social para resgatar a autoestima e a autonomia.
Tudo tem garantido que as mulheres, que se encontram nessa situação, possam buscar ajuda e respaldo para elas. O poder Judiciário tem uma tradição conservadora, legalista e acaba se prendendo a alguns detalhes que prejudicam a interpretação da lei e dessa forma aplicam de maneira incorreta.
Há estatíticas da aplicação da lei, mas o problema é a centralização desses dados, que estão nas secretarias estaduais de segurança pública e cada tribunal tem seus dados. As informações mais sistematizadas que temos são as provenientes da Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180.
A implantação dos serviços de proteção às mulheres, propostos na Lei, não é suficiente para deixar a mulher menos vulnerável, embora eles contribuam para coibir os crimes de violência contra as mulheres.
A redução da vulnerabilidade depende também de uma mudança de mentalidade na nossa sociedade. Para isso, precisamos que as escolas desenvolvam propostas pedagógicas que incluam a educação para os direitos humanos das mulheres. É preciso também que os diversos segmentos sociais façam a sua parte.
A redução da vulnerabilidade depende também de uma mudança de mentalidade na nossa sociedade. Para isso, precisamos que as escolas desenvolvam propostas pedagógicas que incluam a educação para os direitos humanos das mulheres. É preciso também que os diversos segmentos sociais façam a sua parte.
A implantação possibilitou que as mulheres tivessem a quem recorrer em caso de violência. Precisamos que os serviços de proteção sejam mais bem divulgados. Não basta que os serviços sejam implantados, é necessário que eles sejam de qualidade, que tenham equipe multiprofissional e profissionais devidamente capacitados.
Antigamente os casos de violência passavam despercebidos. Hoje, as pessoas têm auxiliando as mulheres a procurar apoio. A existência da lei “desnaturaliza” a violência e, com isso, as pessoas se tornam mais ativas ajudando as mulheres a pedir proteção.
Antigamente os casos de violência passavam despercebidos. Hoje, as pessoas têm auxiliando as mulheres a procurar apoio. A existência da lei “desnaturaliza” a violência e, com isso, as pessoas se tornam mais ativas ajudando as mulheres a pedir proteção.
Aniversário Maria da Penha
Sem sombras de dúvidas a criação desta Lei foi uma importante conquista para as mulheres brasileiras. Mas se o Estado não criar mecanismos eficientes para colocá-la em prática a legislação se torna inócua e continuamos vulneráveis.
A lei é muito boa, obriga o Estado a tomar medidas concretas para interromper o ciclo da violência e para erradicá-la, mas a mentalidade não mudou. A mentalidade ainda é de agressividade contra a mulher, inclusive dos próprios operadores dos serviços.
A violência existiu antes da lei e continua existindo. Essa violência ainda é pouco notificada, então não temos parâmetros para medir se houve redução. Falta uma leitura da lei de forma a contemplar as necessidades da vítima da violência, que são as mulheres.
Hoje todo mundo conhece a lei de ouvir falar e sabe que ela é utilizada para o combate a violência doméstica, porém é difícil saber o que determina exatamente a lei. As instituições mais envolvidas com essa implementação precisam ter uma atuação mais coerente com a lei, e essa atuação deve servir também como um instrumento pedagógico e ensinar mulheres e homens.
A violência existiu antes da lei e continua existindo. Essa violência ainda é pouco notificada, então não temos parâmetros para medir se houve redução. Falta uma leitura da lei de forma a contemplar as necessidades da vítima da violência, que são as mulheres.
Hoje todo mundo conhece a lei de ouvir falar e sabe que ela é utilizada para o combate a violência doméstica, porém é difícil saber o que determina exatamente a lei. As instituições mais envolvidas com essa implementação precisam ter uma atuação mais coerente com a lei, e essa atuação deve servir também como um instrumento pedagógico e ensinar mulheres e homens.
Nós (mulheres) conseguimos aprovar uma lei que, de fato, foi uma luta importante das mulheres do Brasil, tanto as feministas como dos movimentos de mulheres. Esses movimentos que sempre defenderam uma legislação que não só punisse os agressores mais que desse toda a proteção as mulheres.
Com a conquista da Lei Maria da Penha, temos um instrumento que consideramos fundamental para que as mulheres sejam de fato protegidas. Mas, infelizmente, nem todos os governos estão comprometidos com a erradicação dessa violência. O governo federal tem todos os recursos, por meio do Pacto de Combate à Violência, que deveria ser assinado pelos governos estaduais e depois aplicado aos municípios. Porém, nem todos os governos assinaram.
Com a conquista da Lei Maria da Penha, temos um instrumento que consideramos fundamental para que as mulheres sejam de fato protegidas. Mas, infelizmente, nem todos os governos estão comprometidos com a erradicação dessa violência. O governo federal tem todos os recursos, por meio do Pacto de Combate à Violência, que deveria ser assinado pelos governos estaduais e depois aplicado aos municípios. Porém, nem todos os governos assinaram.
Infelizmente, os estados governados pela direita do nosso país não tem compromisso com o combate à violência contra as mulheres, até porque o projeto de país que eles defendem é machista e capitalista.
Nós queremos um modelo para o nosso país que tenha política que garanta emprego para as mulheres, financiamento para as mulheres no campo e possibilite que elas tenham autonomia econômica. Isso é fundamental para que as mulheres deixem de ser agredidas em suas casas.
Quando a gente não tem emprego, não tem política econômica especifica, as mulheres ficam
Quando a gente não tem emprego, não tem política econômica especifica, as mulheres ficam
dependentes dos agressores e acabam não denunciando a violência por causa dessa dependência.
Nicole Lino Garcia
domingo, agosto 07, 2011
Uma "Febre de Brasil"
Maria Eugênia Arantes Gonçalves
Em resposta à todos os brasileiros que estufam o peito para cuspir no próprio chão, uma onda se levanta no espaço internacional, trazendo o Brasil a tona nesse novo contexto econômico e político que há alguns anos tomou conta do planeta. Longe de mim tentar pintar com cores apaixonadas o nosso país, que ainda está cheio daqueles problemas que todos nós conhecemos tão bem. Mas não entrarei em aspectos econômicos ou políticos aqui - não é novidade que esse não é meu melhor campo. Prefiro me direcionar à parte sociocultural de toda essa reviravolta.
A começar pelo idioma, não é difícil nos depararmos com quem reclame de nossa língua-materna. E é só o começo, pois então abrem-se as portas para outras críticas: à nossa cultura, nossa história, nossa imagem deturpada em muitos lugares longe daqui. Que o "prato do vizinho" é sempre mais bonito já não temos dúvidas, mas talvez isso só seja verdade porque nos servirmos sem olhar para o nosso próprio prato. Historicamente, nosso país só foi explorado e destruído porque, já no início, souberam que seria um país bom. A partir de então, nosso território virou um verdadeiro caldeirão onde cada parte do globo vinha cair para acrescentar alguma coisa. Foi ruim? Sem dúvidas. Não teríamos um país tão desigual e regiões tão pobres se o Brasil fosse menos atraente, menos rico e menos distante do que um dia foi o centro do mundo - a Europa. Mas não podemos voltar no tempo e impedir que isso aconteça. Então não nos esqueçamos de que, hoje, nossa nação tem cara própria. Com um pedaço de cada um, fez sua máscara, "abrasileirou" os costumes europeus, africanos, asiáticos, e misturou-os todos. Além de tudo, não deixou para trás aquilo que já era seu. O índio, que ainda hoje é um símbolo tão nosso - por mais hipócrita que isso seja.
Não, não é minha intenção falar de toda a formação cultural do Brasil. No entanto, o que nós somos é o resultado de muito tempo de interação, de aprendizagem, de perdas e ganhos. Nossa cultura, tão variada, conseguiu ser única a partir do que era igual. Entender como chegamos aqui nos leva a admirar cada pedacinho de que nossa identidade é feita. E agora que o centro do mundo está mudando, enquanto as maiores nações estremecem, a nossa se solidifica. A estabilidade que adquirimos economicamente (no cenário internacional), é agora visada pelo mundo. E o fato de termos em nós cada pedaço desse mundo, nos permite fazer com que o estrangeiro veja o nosso país como o seu país. Começamos a deixar nosso aspecto de inferioridade para equilibrar um pouco as coisas.
Como disse inicialmente, não estou aqui para colocar o Brasil em um pedestal. Admitamos que, de alguma forma, estamos simplesmente aproveitando "a desgraça alheia" e, se não nos cuidarmos, quando a poeira baixar, as bases a tremer serão as nossas. Para Jenesi Figueiredo, o país continua na mesma, e é só o terror do estrangeiro que conseguiu nos elevar. Não vamos nos perder em visões apaixonadas e tirar os pés do chão. Estamos aproveitando muito bem a atual situação crítica das outras nações para conquistarmos os países, só não nos esqueçamos de conquistar o próprio povo brasileiro, que vê diariamente tanto erro, tanta injustiça e miséria, tantos outros tipos de desgraça. Não basta termos uma foto bonita, por dentro, uma hora a coisa vai ter que funcionar, e não se pode esperar para sempre.
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