sábado, novembro 19, 2011

Cancela o ENEM ou não?

É o aumento na taxa a ser paga no ENEM não serviu para nada, pois mais uma vez tivemos problemas com as provas. Se cancelar as questões que foram copiadas estarão prejudicando muitas pessoas que acertaram essas questões, irão estar ajudando alguns e prejudicando outros, ja que se uma pessoa errou essas questões e elas foram anuladas, a sua media irá aumentar, mas as pessoas que acertaram irão estar sendo lesadas, pois sua média estará sendo reduzida. Os órgãos responsáveis por esse julgamento devem pensar em todos, não em somente um estado brasileiro que é o Ceará - local onde ocorreu o vazamento das questões - que é o local onde deve ocorrer algo. O Inep já disse que não há possibilidade de cancelar tanto o ENEM como as questões que vazaram, decisão que acalma muitos estudantes que foram justos e fizeram essa prova honestamente, já que nem sequer sabiam do vazamento das questões. O professor que entregou essas questões ao seu alunos como preparativo para o ENEM deve ser interrogado com muita precisão e talvez ser banido do seu cargo por estar lesando estudantes do Brasil inteiro, quer dizer menos os estudantes desse professor.

Thales Lenzi

terça-feira, outubro 04, 2011

A cultura do TER

O Brasil é um país em ascenção no mundo globalizado, no que diz respeito à economia. Junto com essa ascenção, surge também uma nova classe que saiu da pobreza e tem alto poder de compra : A classe C. Junto com essa classe, surgem novas necessidades, ou melhor, uma nova necessidade.. afinal, do que essa classe emergente precisa?
O Brasil  mostrou sua capacidade de gerar lucros ao retirar boa parte da população da linha de extrema pobreza. Boa parte disso se deve à criação de bolsas, contribuições, oportunidades de emprego e investimento nas áreas mais ''isoladas do país''.   Essa parcela da população hoje pode consumir, pode ter sua casa e sustentar os filhos, garantindo-os também uma boa educação. Isso incomodou um pouco a classe média, que trabalha o dobro pelo mesmo salário, sem receber outros benefícios.Talvez seja esse o motivo por que um individuo da classe C possui mais bens que um de classe média. Uma pessoa de classe C, hoje, pode comprar uma televisão, um rádio ou um carro antes de comprar o alimento para a própria família, ou para construir uma moradia melhor. Hoje existe uma necessidade de comprar, de ter tudo, de seguir  a  cultura dos países ''desenvolvidos''. A cultura está sendo comprada. É melhor pensar que agora a classe C não possui mais necessidade de bens materiais, agora o problema é outro. Essa cultura do consumo nem sempre foi buscada por eles mesmos. O que podem comprar são informações vendidas e combinadas. Uma revista direcionada à classe C possui apenas a receita da nova dieta, ou a forma mais rápida de ganhar dinheiro com trabalhos informais. É isso mesmo que essa classe procura? nem sempre. Por isso é preciso não dar somente o dinheiro, mas fornecer  uma boa fonte de informações . é preciso criar uma familia mais bem estruturada, e escolas que atendam às necessidades da população. É questão de prioridade. Se hoje as familias que eram muito pobres têm o que comer, onde morar e roupas pra vestir, essas mesmas familias precisam se educar para saber dar importancia à essas coisas e saber como usá-las.
As informaçoes seriam mais um passo à frente no desenvolvimento do Brasil. Elas seriam sobre educação e sobre como formar um cidadão melhor. É fato que precisamos TER. Mas é preciso analisar pesos e medidas, e ver que é melhor pedir para a nova classe trocar o celular por um pouco mais de cultura.

Ana Clara

E aí governo?

Talvez os péssimos salários pagos aos professores e a falta de comprometimento dos alunos seja a maior causa da baixa qualidade da educação no Brasil.
Atualmente ouvimos várias criticas em relação ao baixo nível de qualidade da educação brasileira. Os estrangeiros criticam nosso modo de educar, e nós mesmos não estamos satisfeitos com o que temos, mas em relação a isso ninguém faz nada para combater.
Há pouco tempo atrás findou uma greve dos professores do estado de Minas Gerais, esta que durou mais de cem dias, prejudicando os alunos e que terminou sem que o reajuste salarial exigido fosse alcançado. Isso não é culpa de professores e sim de um governo que não preza a melhora da educação.
Com professores mal remunerados, a educação decai devido à falta de interesse dos professores em relação ao deu emprego.
Também, no Brasil há uma grande falta de interesse por parte dos estudantes em relação à escola. Estes vão à escola apenas para ocupar tempo espaço e atrapalhar os demais.
Juntando as duas desordens vemos que a educação só tende a decair. Devemos exigir dos nossos governantes melhoras na educação, começando desde melhora de salários para os professores até a conscientização dos jovens de escola é para estudar e não um passatempo para rever amigos.

Sávio Moreira Carimbá

segunda-feira, outubro 03, 2011

Alerta para os colegas do 2º ano

Acho que tem muito texto ''desnecessário'' aqui. Não foi essa a palavra que quis usar, mas acho que independente da dificuldade de alguns para escrever, esse blog foi feito pra estimular nossa criatividade e nossa capacidade de se posicionar diante dos temas propostos pela professora. Sabendo disso, acho injusto que sejam colocados textos copiados da internet aqui.  Seu texto nao precisa ser o melhor, nem o maior, nem o mais complicado, mas ele precisa ser SEU.
Então, nao escrevo isso pra julgar niguém, mas pra mostrar que não é só pela nota, mas também para incentivar quem nao escreve a valorizar SUA PRÓPIA opinião.


Obrigada,

Ana Clara (:

ENEM

     O Enem é uma prova nacional em que a nota máxima nunca é dez. Ela é variável, de ano para ano, em uma escala que vai de 0 a 1.000 pontos.Pela TRI, as questões da prova são divididas em três categorias: fáceis, médias e difíceis. 
      De acordo com o percentual de erros e acertos em cada item na fase de testes, o peso das perguntas pode mudar. É por isso que dois candidatos podem ter o mesmo número de acertos, mas não conseguir necessariamente uma pontuação final igual.- Na hora do exame, é importante não ficar horas em uma questão em que encontre dificuldade. A prova é longa, mas o tempo é curto para responder cada item, por isso devemos fazer a prova com a máxima atenção.

Sávio henrique

Enem

       As escolas Publicas estão cada vez  com maior nota no ENEM, com grande desenvolvimento no ensino aprendizagem, o indice de aprendizagem está avançando cada vez mais, o ENEM despertou nos estudantes o interesse nos estudos. Uma alteração importante para que eles quisessem mostrar realmente a cara do ensino medio do pais e passou a fazer parte da seleção para universidades federai. O que de certa forma unificou o vestibular das universidades federais e começou a causar diversos problemas ao exame.
        Depois que o exame passou a valer como vestibular é bem notável que o interesse dos estudantes que pretendem uma vaga em uma universidade publica aumentou. Na verdade as escolas particulares tem uma grande vantagem sobre os estudantes das escolas publicas, principalmente os que fazem os cursinhos para o ENEM.
     Na minha opinião o ENEm deveria ter um peso seriamente no vestibular das universidades publicas e particulares. Porém deveria ser somente um peso no calculo daqueles que vão disputar as vagas, mas não como uma porta de entrada direta.

Sávio Henrique

Os 20 anos do ECA

Emily R.

O ECA fez  20 anos que foi instituída, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No entanto, não há quem nunca tenha visto crianças e adolescentes nas ruas a catar papelão, a pedir esmolas, no crime ou na prostituição. Cenas que fazem parte do nosso dia a dia são das mais preocupantes, tendo em vista que são pessoas em fase peculiar de desenvolvimento com as quais se ensaia o futuro da sociedade.

O ECA é considerado uma lei-revolução, em que a criança e o adolescente eram segregados e simplesmente objetos de direito. Hoje, as crianças e os adolescentes são pessoas sujeitas de direitos e deveres, e um dos principais objetivos do ECA é regulamentar e garantir a imposição à família, à sociedade e ao Estado assegurarem os direitos da criança e do adolescente, bem como disciplinar os mecanismos para sua efetivação.

É necessário romper com a ideia de que o ECA só protege a criança e o adolescente. Quando crianças e adolescentes são vítimas, terão medidas de proteção. Mas se o adolescente cometer um ato infracional, poderá sofrer uma medida socioeducativa como proposta pedagógica de reinserção social.

O ECA é fruto da mobilização social e do trabalho de profissionais que tiveram a sensibilidade de enxergar a problemática em torno da violação dos direitos da criança e do adolescente e do aumento da criminalidade infanto-juvenil, bem como a importância da criação do Estatuto no universo jurídico. E de fato ocorreram resultados significativos, como a diminuição da mortalidade e do trabalho infantil, o aumento de inserção na escola e denúncias de violência. Contudo, ainda há violações aos direitos fundamentais, e são inadmissíveis comportamentos de omissão, indiferença e acomodação.

Ao se comemorar os 20 anos do ECA, devemos repensar nossas atitudes de modo a concretizar os dispositivos do Estatuto, que é um importante instrumento de cidadania e transformação social.

Não à Violência Doméstica!


            A violência doméstica é realizada dentro de casa, geralmente entre parentes. Pode ser abuso sexual, violência contra a mulher… Essas violências podem ser físicas ou psicológicas.
            Um caso de violência doméstica recente foi o de Isabela Nardoni, que mobilizou o país. Casos como este não são tão difíceis de encontrar, pais machucando filhos por nada, ou até por pensar que estariam “educando”.
            Estatísticas falam que o número de casos de violência doméstica com crianças é maior do que se pode imaginar.
            Todos os dias, cerca de duas crianças são assassinadas no Brasil por seus pais ou parentes. Segundo dados do Ministério da Saúde, outras tantas sofrem de espancamento, abandono e abuso sexual.
            Todos esses casos de violência doméstica são terríveis, com certeza pessoas que cometem essas tragédias não têm consciência do mal que podem causar a crianças indefesas.                           Renan Borges 

Droga de vida

José Ruy 

Em meio aos jovens, andar com pessoas que utilizam algum tipo de entorpecente é praticamente normal. E, por conta disso, no mínimo um dos nossos amigos usa algum tipo de substância ilegal, mesmo que não saibamos. Eu acho deprimente ter de afirmar isso, mas a cada dia que passa milhares de adolescentes entram em um submundo de vício que parte da maconha até o crack e outras drogas muito mais pesadas. Já virou até clichê dizer que a parada final é a morte, mas isso não deixa de ser verdade. Em meio a esse cenário atual, uma das perguntas mais feitas é: de quem é a culpa?

Sem dúvida nenhuma, dos usuários. Vício não se herda dos pais, nem é imposto pela sociedade. Dos pais, recebemos apenas educação. Porém, mesmo com ela, muitos adolescentes preferem os conselhos de traficantes. E nenhum traficante que se preze vai forçar alguém a usar drogas, afinal ele é sempre um amigo e nunca ofereceria algo que não fosse legal. Além disso, usar drogas virou moda, marca da juventude rebelada que teve tudo nas mãos, nunca lutou por nada e se acha no direito de fazer uma revolução.

Se não fossem os usuários, todo esse comércio ilegal já teria acabado há muito tempo. E esse usuário não deve ser idealizado como uma pessoa sem condições, marginalizada pela sociedade e que furta para pagar pelas drogas que consome. O usuário que sustenta esse tráfico é um estudante que sempre teve acesso a tudo o que quis e nunca realmente trabalhou para receber dinheiro.

Os motivos para o consumo são ainda mais incoerentes. Como ressaltei, o apelo dos jovens é que usar drogas é legal. De muitos amigos, escutei que festas sem bebidas ou drogas não são festas. Existem tantas desculpas para esse consumo, uma mais ridícula que a outra, que me dá até vontade de rir. Não um riso feliz, mas aquele amarelo do coringa. Um que esconde a vergonha de pertencer a uma geração tão fútil, cujo lema ironicamente é Viva a vida, pois a vida é curta. Sim, curta para eles. Curta de ideias, de personalidade, de caráter, de todos os valores morais que realmente contam. É uma semivida, na qual sua felicidade acabou dependendo desse estado eufórico em que você esquece todas as derrotas.

Concluindo que, é da falta de responsabilidade que parte toda essa situação triste em que está imersa grande parte da juventude brasileira. Atualmente tudo é fácil, e o mundo apressado faz com que tenhamos o que queremos nas mãos sem ou com pouco esforço. O remédio para essa epidemia não é apenas a conscientização, mas o amadurecimento dessa geração tão infantil.

Educação em crise?

EMILY RODRIGUES


Não! A educação escolar brasileira não está em crise? Vou usar a expressão educação escolar, porque educação é algo que vai além da escola. A escola é um dos lugares onde a educação acontece. Dito isso, volto a reafirmar: a educação escolar brasileira não está passando por uma crise como tanto se escuta e se lê diariamente. Mas por que estou afirmando com tanta veemência que a educação não está em crise, se a maioria dos especialistas no assunto e, também, os comunicadores dizem o contrário?

A razão é simples e tem a ver com a palavra crise. Se fosse uma crise, já teria passado. Algo que se prolongue por muito tempo não pode ser chamado de crise. Crise é algo que se resolve dentro de um espaço de tempo não muito longo. Resumindo: crise é algo que sempre é passageiro.

O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe. Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis. Assim, nossa situação de precariedade na educação escolar é decorrência do modelo, ou melhor, dos modelos que foram adotados desde sempre.

Vale ressaltar que isso que estou afirmando não é nenhuma novidade. Pelo menos para quem tem se preocupado, realmente, em estudar e tentar entender com seriedade e honestidade o que acontece com a sociedade brasileira em geral e com a educação escolar em particular. O Brasil padece de uma doença crônica que é a tendência a copiar e a imitar os modelos, primeiro de além-mar e, depois, norte-americanos, ao invés de criar, de inventar as próprias alternativas para os seus problemas e dificuldades.

Se dermos outro salto veremos que o grande problema da educação escolar brasileira não é de crise, mas, sim, do modelo ou modelos de educação escolar que temos adotado. Nossos modelos educacionais têm esquecido algo elementar: as crianças reais do país real em que vivemos: o Brasil. Um país onde cerca de 80% das crianças de periferia, que cursam o segundo ano do Ensino Fundamental tem mais escolaridade que os pais. Isso não é crise. Isso é modelo falido desde sempre. Pergunto: Será que não temos teorias demais, pedagogias demais, investigações demais, psicologias demais sobre educação escolar e, infelizmente, atitudes de menos?

domingo, outubro 02, 2011

Nacionalização das reservas de petróleo e gás natural

Em 1° de maio de 2006, Evo Morales declara a nacionalização dos hidrocarbonetos e das refinarias, postos e distribuidores de petróleogás e derivados, além de tornar o governo boliviano sócio majoritário dessas indústrias, detendo 50% mais 1 das ações.
A empresa responsável pela extração destes bens naturais se tornou a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). Pela falta de pessoal qualificado e diminuição de sua atuação após privatização de 1996, técnicos venezuelanos foram cedidos para assessorar a auditoria e produção de gás e petróleo.
As grandes prejudicadas foram a empresa britânica British Gas, a estadunidense Exxon-Mobil, a hispano-argentina Repsol YPF, além da estatal brasileira Petrobrás, maior produtora de gás da Bolívia, que investiu mais de 1 bilhão de dólares naquele país.
A maior parte do gás natural consumido no Brasil em 2006, 52% do total, é proveniente destas reservas, o que justifica a preocupação dos empresários brasileiros com a nacionalização.
Em face do ocorrido, a presidência da Petrobrás chegou a anunciar que não realizaria os investimentos previstos na Bolívia para os meses subsequentes. No entanto, o presidente do BrasilLula, declarou para a imprensa que não considera a situação como "uma crise", afirmando que as divergências seriam resolvidas com diálogo e que os investimentos para a consolidação e ampliação da rede de gás natural que interliga a Bolívia, Argentina e Brasil, a princípio, continuariam.
Uma alternativa idealizada pela Petrobrás para o diminuir a dependência brasileira do gás natural boliviano seria aumentar a produção de gás natural no próprio Brasil, investindo R$17 bilhões para aumentar a exploração de gás nas Bacias de Campos e de Santos, e transportá-lo em um gasoduto direcionado para o mercado brasileiro, o que seria possível a partir de 2008.
Referendo 2008
Em dezembro de 2007, em meio a uma tensa situação política relacionada com o processo constituinte, Morales lançou a proposta de submeter-se, juntamente com todos os governadores, ao referendo revogatório, um referendo previsto pela constituição da Bolívia que submete os ocupantes dos cargos à uma nova votação.
Assim, em 10 de agosto de 2008, o povo boliviano votou para decidir se queriam ou não que o presidente, Evo Morales, seu vice-presidente, Álvaro García Linera, e oito dos nove governadores do país continuassem em seus cargos.
Dia 16 de agosto de 2008 a Corte Nacional Eleitoral da Bolívia confirmou os resultados, que deram a esmagadora vitória do presidente Evo Morales, que acaba de cumprir a metade de seu mandato de cinco anos. Ele foi ratificado no cargo com 67,41 por cento dos votos válidos.
Além de Morales, também foram ratificados os governadores de quatro departamentos que formam a chamada "meia lua" opositora e são liderados por Rubén Costas, de Santa Cruz. Outros quatro governadores opositores às políticas de Morales não obtiveram o número necessário de votos e perderão seus mandatos.
Morales perderia o cargo se tivesse no mínimo 53,74% dos votos "não". Para a revogação dos mandatos dos governadores uma nova norma da Corte Nacional Eleitoral, que foi aprovada na semana que precedeu ao referendo, determinou que eles precisassem ter 50% de votos "sim" para vencer. Caso perdesse, Morales deveria convocar imediatamente novas eleições gerais, que podem ocorrer entre 90 e 180 dias depois da divulgação oficial do resultado. Os governadores que foram revogados deixarão suas funções, e o cargo será declarado vago. O presidente terá que indicar um novo governador, que exercerá as funções até a nova eleição.
Crise
A crise de setembro de 2008 na Bolívia começou com protestos contra o Presidente Evo Morales que exigem maior autonomia para os departamentos do leste do país, que está em estado de sítio.
Manifestantes escalaram os protestos destruindo infraestrutura de gás natural e prédios do governo. Em Taiguati, no Chaco boliviano (departamento de Tarija), um grupo de opositores ao governo assumiu o controle do gasoduto através do qual o gás combustível é escoado rumo ao Brasil.
A violência entre os que apoiam Morales e os seus oponentes já resultou em quase trinta mortes, segundo o governo. O Brasil se posiciona no sentido de tentar mediar as negociações de ambos os lados.
Greve de fome
Em Abril de 2009 Morales iniciou uma Greve de Fome para exigir do Congresso a aprovação da lei eleitoral, que permite a realização de um referendo geral em Dezembro.

Preconceito Linguístico


O preconceito linguístico vem sendo alimentado diariamente pelos meios de comunicação, que pretendem ensinar o que é "certo" e o que é "errado", sem falar, é claro nos instrumentos tradicionais de ensino da língua, ou seja, a gramática normativa e os livros didáticos.
"Brasileiro não sabe português / Só em Portugal se fala bem português"                          
    O brasileiro sabe português sim. O que acontece é que o nosso português é diferente do português falado em Portugal. A língua falada no Brasil, do ponto de vista linguístico já tem regras de funcionamento, que cada vez mais se diferencia da gramática da língua falada em Portugal. Na língua falada, as diferenças entre o português de Portugal e o português falado Brasil são tão grandes que muitas vezes surgem dificuldades de compreensão. O único nível que ainda é possível uma compreensão quase total entre brasileiros e portugueses é o da língua escrita formal, porque a ortografia é praticamente a mesma, com poucas diferenças. Conclui-se que nenhum dos dois é mais certo ou mais errado, mais bonito ou mais feio: são apenas diferentes um do outro e atendem às necessidades linguísticas das comunidades que os usam, necessidades linguísticas que também são diferentes.
"As pessoas sem instrução falam tudo errado" – Isso se deve simplesmente a um questão que não é linguística, mas social e política – as pessoas que dizem Cráudia, Praca, Pranta pertencem a uma classe social desprestigiada, marginalizada, que não tem acesso à educação forma e aos bens culturais da elite, e por isso a língua que elas falam sobre o mesmo preconceito que pesa sobre elas mesmas, ou seja, sua língua é considerada "feia", "pobre", "carente", quando na verdade é apenas diferente da língua ensinada na escola. Assim, o problema não está naquilo que se fala, mas em quem fala o quê.
Neste caso, o preconceito linguístico é decorrência de um preconceito social. O que acontece é que em toda língua mundo existe um fenômeno chamado variação, isto é, nenhuma língua é falada do mesmo jeito em todos os lugares, assim como nem todas as pessoas falam a própria língua de modo idêntico. A ortografia oficial é necessária, mas não se pode ensiná-la tentando criar uma língua falada "artificial" e reprovando como "erradas" as pronúncias que são resultados naturais das forças internas que governam o idiomas.
   "O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social" – esse mito como o primeiro é aparentado porque ambos tocam em sérias questões sociais. A transformação da sociedade como um todo está em jogo, pois enquanto vivermos numa estrutura social cuja existência mesma exige desigualdades sociais profundas, toda tentativa de promover a "ascensão" social dos marginalizados é, senão hipócrita e cínica pelo menos de uma boa intenção paternalista e ingênua.
 O formidável poder de influência dos meios de comunicação e dos recursos da informática poderia ser de grande utilidade se fosse usado precisamente na direção oposta: na destruição dos velhos mitos, na elevação da autoestima linguística dos brasileiros, na divulgação do que há de realmente fascinante no estudo da língua.
Nicole Garcia

Preconceito Linguístico e os Níveis de Linguagem

Nicole Garcia
Preconceito Linguístico e os Níveis de Linguagem

O início da formação do português brasileiro se deu a partir do encontro do português europeu, do colonizador, com povos de diferentes culturas, principalmente africanos e indígenas. Com o elevado número de escravos africanos e a necessidade de intercomunicação, ocorreu um processo normal em toda língua, o de apropriar-se dos termos necessários a sua expressividade, quando o contexto discursivo exigir.
Dentre as palavras que incorporaram-se ao léxico do português brasileiro por influência das línguas africanas, por exemplo, pode-se dizer que fazem parte do vocabulário que refere-se à religião, culinária, modo de vida, danças, vocabulário familiar, entre outras.
Assim como a humanidade, a língua também evolui com o passar do tempo e através do contato entre os falantes. Existem diversos fatores que podem influenciar as variações linguísticas existentes, entre eles podem-se citar: variação histórica: utilização de palavras e expressões que caíram em desuso com o passar do tempo; variação geográfica: diferenças linguísticas observadas entre pessoas de regiões distintas, onde se fala a mesma língua; variação social: capacidade linguística do falante relacionada ao meio em que vive, classe social, faixa etária, sexo e grau de escolaridade. Incluem-se nessa variação, os jargões profissionais e as gírias; variação estilística: linguagem adequada a situação em que se encontra o indivíduo.
O desconhecimento dos fatores que influenciam a língua e que produzem essas variações, colabora para com que as pessoas que não dominam a língua "padrão" sejam discriminadas, gerando o chamado preconceito linguístico, que é tão grave quanto qualquer outro tipo de preconceito. Conforme BAGNO(2007), "preconceito linguístico é a atitude que consiste em discriminar uma pessoa devido ao seu modo de falar".
A língua se apresenta em duas modalidades – a escrita e a falada – e ambas possuem semelhanças e diferenças, tanto uma como a outra pode ser mais ou menos formal. O importante, e aí está o papel da escola, é orientar para que o aluno saiba adequá-las ao contexto, ou seja, a criança não entra na escola para aprender a falar, como muitos pensam, ela precisa e tem o direito, de ter acesso às variedades prestigiadas, mas sem jamais, sofrer qualquer tipo de estigmatização.
A língua é viva e está a serviço do usuário. É influenciada pela circunstância em que ele está inserido e reflete os hábitos, os costumes daquela comunidade. Assim, conhecendo esses diferentes níveis de língua e os grupos a que pertencem, devemos vencer o preconceito linguístico e não estigmatizar as formas diferentes daquelas com que convivemos nos bancos escolares. Não existe linguagem mais ou menos correta, nem língua mais ou menos importante. O que deve ser considerado é a visão dialógica da língua, pois, através dela, o homem interage com seu semelhante constituindo-o e constituindo-se.
Além disso, torna-se necessário saber que (ORLANDI, 1993) todo falante e todo ouvinte ocupa um lugar na sociedade e isso faz parte da significação e que o sujeito não se apropria da linguagem num movimento individual, a forma dessa apropriação é social.
"Se queremos construir uma sociedade tolerante, que valorize a diversidade, uma sociedade em que as diferenças de sexo, de cor de pele, de opção religiosa, de idade, de condições físicas, de orientação sexual não sejam usadas como fator de discriminação e perseguição, temos que exigir também que as diferenças nos comportamentos linguísticos sejam respeitadas e valorizadas."

Eutanásia X Direito à vida

Nicole Garcia
                  
                                                             Eutanásia X Direito à vida

O direito à vida é inviolável, ninguém poderá ser privado arbitrariamente de sua vida, sob pena de responsabilização criminal. Esta inviolabilidade está assegurada na Constituição Federal, a qual o consagra como o mais fundamental dos direitos, e, ainda, pelo Código Penal, o qual prevê as sanções para o indivíduo que violar esse direito.

Porém, o Código Penal está prestes a ser modificado, e na redação do seu Anteprojeto essa inviolabilidade está sendo ameaçada, na opinião de alguns doutrinadores, uma vez que prevê a exclusão de ilicitude para o indivíduo que praticar a eutanásia.

A opinião sobre essa prática é instigante, polêmica e antiquíssima, dividindo opiniões de doutrinadores respeitáveis que se situam em polos opostos, com fundamentações pró e contra.

Assim esse texto busca elucidar as opiniões acerca da Eutanásia prevista no Anteprojeto do Código Penal e a sua relação com a Constituição Federal, no que tange a respeito dos direitos e garantias fundamentais, em especial o direito à vida.
A Constituição consagra o direito à vida para o exercício dos demais, e nesse caso o indivíduo não é mais capaz de exercer mais nenhum de seus direitos por conta própria, nem mesmo pode desfrutar do direito à vida em sua plenitude, pois este consiste em vida digna quanto à subsistência. Logo esse indivíduo já teve parte de seu direito à vida violada, pois como se pode falar em vida digna para o indivíduo que não pode exercer seus direitos de cidadão e tem sua liberdade tolhida.

Será que pode se falar em violação do direito a vida a eutanásia aplicada em casos desse gênero?

Então será que a Eutanásia nesses casos não estaria ajudando o indivíduo a sentir-se livre e digno, podendo optar pela não continuidade da sua sobrevivência? Pois não seria tirada a sua vida, sendo que não existe mais vida em sua plenitude, e estaria ainda poupando a violação dos seus demais direitos fundamentais, como a liberdade e a dignidade.

É uma questão para se refletir.

A morte desejada

Nicole Garcia
A morte desejada                                                                                            
     Por quem não quer sofrer em vida!

NÃO é fácil ter uma opinião sobre a eutanásia, sobretudo quando ela é dada por quem, em vida, não sofre de nenhuma doença incurável e dolorosa.
Podemos estar contra a morte assistida por razões éticas, sociais, religiosas ou, muito simplesmente, porque temos medo da morte.
Podemos ser a seu favor, em consequência do nosso próprio sofrimento, do exemplo sofrido por aqueles que nos são próximos ou, pela simples razão de encararmos a morte com a mesma inevitabilidade com que consideramos a vida, ou seja, vivida de forma digna.
Em qualquer dos casos, a nossa opinião/decisão sobre este assunto, é algo muito íntimo, muito próprio de cada um de nós e as condições para uma posição objetiva sobre o aceitar ou não aceitar a eutanásia dependem, em muito, da nossa experiência de vida, da nossa maturidade consciente e dos princípios e valores que nos conduzem ao longo da própria vida.
Por isso, tendo em consideração a forja de mentalidades, que atualmente ocupa o plano das decisões sociais mundiais, temo que uma simples e humanamente compreensível medida, destinada a evitar o insuportável sofrimento humano, cujo destino é a morte, vulgarize o superior conceito da vida, relativizando-o ao nível das conveniências socioeconômicas.
Em suma, não tenho medo que a sociedade humanize a vida, mas não posso deixar de recear que, em nome da qualidade de vida pretendida, ela se desumanize!
Razão pela qual não posso deixar de ter dúvidas quanto à eutanásia.

Ensino privado ou público?

        A busca pelo ensino privado tem aumentado muito. Muitos pais acham que a escola pública não tem qualidade, mas isso  nem sempre é verdade.
      Está certo que na escola particular ( na maioria das vezes ) o ensino é bem melhor que na escola pública, pois na escola pública além do número de alunos em uma sala de aula ser maior, os professores enfrentam o desinteresse por parte de muitos alunos e têm professores que sofrem com ameaças de alguns alunos.O governo, que deveria garantir uma melhor qualidade de ensino nas escolas públicas, não faz isso. A educação ainda não é valorizada como deveria ser.  Por mais que a rede privada de ensino seja considerada melhor que  pública, para que uma escola seja realmente boa vai depender dos alunos e não somente dos professores e do governo, pois muitos professores que dão aula em escolas particulares também lecionam em escolas públicas, e têm alunos que estudaram sempre em escola pública e consegue entrar nas melhores universidades.
      Os pais é que decidem em qual escola o filho estudará, mas é sempre bom analisar o que a escola pretende ensinar aos alunos antes de matricular o filho.

Aline

sábado, outubro 01, 2011

Decadência.

Resultados não muito satisfatórios o mercado de trabalho esta empobrecendo, os profissionais brasileiros saem da faculdade com um emprego quase garantido e mesmo assim o resultado que geram não é de satisfazer os empresários ou a população.
As pessoas saem de um ensino básico não muito bom e enfrentam um ensino superior pior, e por isso, acabam deixando de se fazer bons executivos, deixando o pais em 35 do Rank, não que no pais não haja pessoas com talento, ou com habilidades necessárias para o trabalho, é que no brasil pela falta de investimentos esses estudantes acabam comprometendo, e não demonstrando suas habilidades.
O Brasil tem um destaque internacional apenas por ser um amontoado de mato, e o pais onde possui jogadores de futebol, e pela falta de investimento que acontece, sera assim por um bom tempo.
Hector.

Beleza é tudo.

Com a medicina avançada, pessoas buscam um jeito de se sentirem superiores ou realizar seus desejos, a plastica foi uma invenção que proporcionou para muitas pessoas o direito de se sentirem bonitas, mas sera que vale mesmo a pena?
Correr o risco de uma cirurgia, para se sentir bem é o que fazem muitas pessoas, o fetiche tbm pode ser um dos fatores para a operação de algumas pessoas, como o de Wagner que deixou a esposa com olhos de uma japonesa, e reconstruiu o hímen da esposa.
o risco é algo totalmente desnecessário, pra construir algo artificial, e passar pelo risco de morte, ou deformaçao da face dependendo.
Hector.

Enem, melhoras.

O tema de redação do ENEM se baseia em fatos do nosso dia-a-dia, e se prestássemos atenção em reportagens,jornais e revistas, com certeza teríamos um bom desempenho na redação do Enem, o conhecimento social do pais é o foco principal, e é necessário que haja uma revisão desses conceitos sempre, a discussão entre esses assuntos pode tornar algo saudável, desenvolvendo novas ideias, um tema antes tratado, e que você o conhece acaba deixando a leitura e a escrita muito mais fluente, fica muito mais fácil pro aluno de expor o seu ponto de vista.
Hector.

Casamentos.

Todo casamento é como um simbolo, para mostrar a sua união com outra pessoa, todos deveriam ter o direito ao casamento, mesmo que fossem do mesmo sexo ou de idades diferentes. é um direito que todos tem de serem vistos como um casal, e de ter uma comunhão entre seus bens, casamento pra algumas pessoas pode ser considerado algo desnecessário.
A igreja tenta proibir o casamento gay, mas na verdade oque a igreja sempre faz é tentar reduzir o desenvolvimento da sociedade, proibindo como por exemplo a camisinha, a igreja bate de frente com a ciencia de um modo contrario a eles, a escolha sexual de uma pessoa não a torna nada diferente das outras, ou seja, 
gays também podem ser ótimos pais e profissionais, é tudo uma questão de preconceito.

Hector.

Baixa educação.

Até hoje a educação é um tema discutido, pelo fato do governo não tomar as medidas necessárias para que a população tenho uma boa formação, e que o pais todo se desenvolva, oque os governos fazem é a politica do pão e circo, onde dão ao povo o agradável, as pessoas ganham aquilo que é necessário de sobrevivência, como algumas bolsas, e ficam satisfeitas com isso.
Por não agirem como se os jovens fossem o futuro de toda a nação e não ajudarem na desenvoltura dessas pessoas, governos estão cada vez mais sendo massacrados pelas criticas.
A educação pode ser a solução dos grandes problemas de um pais, e por não ser uma solução imediata, porem quase isso,os  governantes não se veem no dever de realizar essa tarefa.
Hector.

Educação x Eleição

O governo brasileiro não investe na educação por uma simples causa, porque a educação não dá retorno financeiro ao governo, ou seja, para o governo investir na educação é jogar dinheiro fora, muitos falam que os jovens estão indo para o mundo das drogas e violência devido a falta de investimento na educação e por parte esse raciocínio está correto, pois é na escola que há a conscientização dos jovens em relação a esse mundo estranho, mas não é somente a educação que tem que vigiar os jovens, onde estão os pais desses jovens para mostrar o lado correto de seguir a vida? É eles estão votando nos corruptos. Essa questão é um ciclo que afeta muitos, mas não o mais importante. O ciclo é: os pais dos jovens votam nos governantes errados, que não investem na educação e prejudicam os jovens, o pior é que os pais xingam o governo pois só prometem e na hora que chega a eleição, eles votam no mesmo governante. O Brasil sofre com a educação pública, os professores não recebem oque realmente merecem, então temos que investir em educação e "salvar" os jovens antes que seja tarde de mais.

Thales Lenzi

DeFormação Básica

Maria Eugênia Arantes Gonçalves

O último Seminário Nacional de Educação de Surdos trouxe certo choque ao propor a educação bilíngue nas escolas. O modelo apresentado foi o vigente na Espanha já há algumas décadas, no entanto, não teve boa aceitação no Brasil. Debates e palestras trouxeram a idéia de que unir os alunos surdo aos não-surdos é nada mais do que inclusão social, é inserir os deficientes auditivos num grupo desde o início de suas vidas. E há realmente surpresa e desentendimento quanto à pouca aprovação brasileira à idéia.
Já não basta o nível de preconceito presente no país e a discrepância entre as classes sociais, e pretendem impedir a participação de pessoas que culpa nenhuma tem sobre seu estado físico. Ainda não consigo ver uma razão aceitável ou um motivo plausível. Mas pensando educação, já não se pode não lembrar da péssima condição dos professores, tão polêmica nas últimas semanas. E então, passo para um outro plano. As pessoas que frequentam a universidade pretendendo lecionar, tem pouquíssimo preparo para as "peculiaridades" dos alunos, mesmo as matérias pedagógicas são muito mais voltadas à parte técnica do ensino, sendo os cursos de libra e braille, por exemplo, opcionais, contados apenas nas horas extras exigidas para que se tenha um diploma. Esse, que se preparam para formar cidadãos e profissionais, que deveriam ser os construtores de pontes entre as pessoas, não tem pontes para eles mesmos, e estão mal preparados para receber aqueles alunos que chamamos especiais.
Aqui voltamos a questão problemática dos professores. O governo se recusa mesmo um salário justo à tal classe, e talvez isso explique a falta de apoio à idéia da inclusão de deficientes em escolas "normais". Quem sabe preparar esses professores e dar-lhes orientações especiais para receber novos alunos esteja também fora do orçamento. Pois é este o Brasil. O país onde se tem falado em polilinguístas para a Copa 2014 ou as Olímpiadas 2016, mas que nega às crianças deficientes físicas o desenvolvimento de sua única forma de comunicação. Incluir surdos no ensino comum é não apenas um dever - pois que vivemos sob uma Constituição que prega igualdade na garantia de direitos e sob os tais "direitos humanos", reafirmando-a por todo o globo - é um ato de justiça, solidariedade e de combate ao preconceito.
Chega de tentar classificar as pessoas e englobá-las em esferas específicas e incomunicáveis entre si. Além de tudo, a união de formas diferentes de educação será um aprendizado enorme, muito mais para os alunos do que para os professores. Será experiência de cooperação e compreensão, desde muito novos, crianças e jovens conviverão com realidades e necessidades diferentes das suas, e é esse o real espírito que deveria reinar no ambiente escolar. Ali é onde as pessoas passam seus primeiros quase 20 anos de vida, é o local onde deveriam ser colocados frente a frente com aquilo que enfrentarão em suas vidas, situações de escolha, conflitos ideológicos, preferências diversas. Mas é o local onde tentam ensiná-las a ser iguais. Não importa que leve tempo e que resultados práticos só se tornem visíveis dentro de anos. Como disse a professora Nuria Silvestre, "Não há caminho se não se começa a andar". Mas o Brasil está na direção oposta. Está amarrando as pernas.

Tecnologia e educação

     Associar  tecnologia a educação é importante para o aprendizado dos jovens  atualmente, mas não concordo com o fim da letra cursiva, pois cada um tem um modo diferente de escrever.
     Não são todas as escolas que tem possibilidade de trabalhar com um computador para cada aluno, mas ter uma sala de informática na escola já é de grande ajuda, porém as escolas precisam trabalhar mais em assuntos ligados a tecnologia na educação, não somente ensinar a utilizar programas de computador,  o que muitas escolas fazem. Outro problema é a motivação de um aluno acompanhar  programa de ensino à distância, muitos podem perder o interesse do curso porque se sentem desmotivados a continuar um curso que   seja monitorado a distância. Muitos jogos também desenvolvem o raciocínio  dos alunos ( mas temos que saber escolher quais podemos jogar).
      No Brasil  a maioria das escolas não ensinam os alunos utilizando computadores, o governo deve investir mais nessa parte para que a educação melhore  ainda mais no país e os jovens tenham mais acesso as tecnologias novas.

Aline

sexta-feira, setembro 30, 2011

A decadência da escola pública

Hoje o número de jovens e crianças que estudam em escolas particulares é realmente alto.  Os motivos para que os pais tomem esta decisão é normalmente a pouca disciplina, falta de educação de muitos alunos, e principalmente a violência que temos encontrado dia pós dia nas escolas publicas.
Eu, como uma aluna de escola particular a dois anos, devo admitir que meu principal motivo para sair da escola pública foi a falta de matéria que era preparada para as aulas. Não se dá pra comparar o conhecimento adquirido em uma escola particular com uma publica. Outro motivo foi a falta de interesse de alguns colegas, que normalmente acabavam atrapalhando os que queriam estudar, e a falta de comprometimento de certos professores e suas colocações em matérias que não eram de seu currículo. Enfim, motivos foram muitos para que eu optasse estudar em uma escola particular, principalmente por planejar um futuro melhor.
Apesar de muitos motivos, é terrível saber que enquanto estamos pagando por um futuro melhor, o governo deveria nos proporcionar isto. As escolas públicas estão sim em decadência, e enquanto nosso governo não se  lembrar de que precisa formar cidadãos melhores sem que estes tenham que pagar por isto, nossa sociedade continuará a sofrer tamanha desigualdade.

Iara Tonon

É hora de apoiar a felicidade

É normal que a igreja católica tenha reações contra o casamento gay. Cada um forma sua opinião, mas será que não deveríamos apoiar as pessoas que somente querem ser felizes?
A igreja católica sempre expõe seus princípios sobre certos assuntos, mas às vezes deixa de questionar temas que estão presentes em sua comunidade, como a pedofilia. Já é hora de apoiar as pessoas que querem ser felizes independente de sua opção sexual, e passar a se importar mais com os acontecimentos que os cercam.
A sociedade ainda é muito fechada para temas como este do casamento gay, porém temos que deixar as aparências de lado, e aceitar as pessoas como elas são, porque o que vale é a felicidade de cada um, e se a pessoa acredita que seu companheiro o faz feliz, o que vale mesmo é o sentimento de um pelo outro.

Iara Tonon

quarta-feira, setembro 28, 2011

Greve dos professores

O governo de Minas Gerais está escondendo o que está acontecendo com os professores, mas sabemos que há uma greve forte que há até pessoas fazendo greve de fome, é inacreditável ver o governo não melhorando a vida dos professores, muitos dizem que não melhora a situação por que não é uma profissão que o profissional corre perigo, se o governo pensa assim, então é um pensamento ridículo e é m governo mal-informado, pois estamos vendo que há alunos principalmente de escolas públicas que ameaçam os professores devido uma nota ruim recebida e por até uma punição por cometer atos em um momento errado, que é o momento de aprender, ou seja, na aula. Estamos vendo que alunos estão batendo em diretoras, como foi aqui em nossa Minas Gerais e percebemos que o nosso Estado não está bem como em seus próprios comerciais, Minas Gerais precisa fazer menos propagandas enganosas e investir corretamente na educação, pois é uma ação ridícula não investir nos professores que são a base de todo o conhecimento, pois cada profissional formado passou pelas mãos de professores, é um ciclo se não investir nos professores no futuro formaremos médicos "tão bons" que cometem um grave erro como de trocar soro com vaselina líquida...é Anastasia precisamos valorizar nosso professores que já estão ficando escassos no mercado devido a falta de valorização, as pessoas precisam pagar os altos impostos cobrados pelo Governo Federal e como vão paga-los já que não recebem uma boa quantia.

Thales Lenzi

Casamento Gay

O casamento gay é um assunto que está dando oque falar nesse ano, a Igreja é contra o casamento, por estar "ferindo os princípios da Igreja", mas todos sabemos que a própria instituição é marcada por padres que são pedófilos, então vemos que há uma coisa errada, é melhor haver o casamento de pessoas do mesmo sexo e que há sentimentos entre elas do que haver abuso sexual de crianças por parte de participantes da instituição que controla oque fere a ética, mas desde quando ser pedófilo é normal? Pedofilia é um crime, mas já que são Padres a Igreja esconde um pouco o caso e somente afasta o Padre do seu "cargo". O casamento gay já era para ser uma medida antiga já que com o avanço da mídia que mostra em realities shows gays que são felizes do jeito que são, não que sejam anormais, mas são pessoas que se diferenciam das outras buscando a felicidade do jeito que mais gosta, ou seja, do jeito normal de ser. As pessoas tem o direito de serem livres e de ser felizes, mas o que que tem de errado de buscar a felicidade sendo gay? Porque que não podem viver a vida juntos como se fossem "normais" - de acordo com a Igreja? O Mundo precisa mudar e aceitar novos conceitos e ideais, e nesse MUNDO está inclusa a Igreja, que deverá mudar o seu ideal e deixar as pessoas serem felizes do jeito que são.

Thales Lenzi

terça-feira, setembro 27, 2011

Minas avança na deseducação

A classe mais importante do país é a mais desvalorizada. A união sempre fez a força, no caso dos professores o problema maior não a desunião e até mesmo o comodismo da parte de alguns, mas sim a incompreensão   de alunos e pais que se revoltam contra os professores quando é o momento indispensável para um apoio de todos. É inadmissível como sentiram-se 'aliviados' com a contratação de novas pessoas para lecionar no lugar dos grevistas, foi só mais uma demostração de desdenho com os professores. A greve não é agradável pra ninguém, os professores não gostam de fazer greve, existe um motivo uma causa maior para isso.
Já completam mais de 100 dias de greve sem qualquer avanço e com propostas que chegam a ser patéticas da parte do governo. É vergonhoso saber que por questões pessoais-partidárias ou por pura falta de interesse deixam a greve chegar nessa proporção. Mesmo querendo, não sei se acredito num bom desfecho desta história, era preciso uma grande mobilização de envolvidos ou não e isso não acontece pois a grande massa acredita no que vê na tv, e esta não mstr a realidade, ninguém tem conseguido enxergar como tem sido sofrida a luta dos professores. Para a grande maioria a greve é ilegal e desnecessária, tudo porque quem tem poder , dinheiro  e controle da mídia consegue virar qualquer jogo neste pais. 

Flávia Rodrigues Borges.

segunda-feira, setembro 26, 2011

Um Olhar Estrangeiro Sobre o Brasil

Nicole Garcia


Nosso país atrai muitos turistas  de vários países em distintas épocas do ano por suas belezas naturais paradisíacas,  nossas praias , o clima , nossa culinária que possui um tempero especial e “fisga” pelo estômago muitos estrangeiros.  A beleza singular das mulheres brasileiras já atraiu muitos pretendentes das mais variadas parte deo mundo e muitos casamentos já se realizaram. Mas não é só isso, a hospitalidade do povo brasileiro também tem atraído o olhar estrangeiro.
Esses são alguns motivos que  fazem do nosso Brasil um país muito querido e visitado por muitas artistas. Porém, cantores como  o rei do pop, Michael Jackson que gravou seu clip no  Morro Santa Marta no Rio de Janeiro e no Pelourinho em Salvador e não foi o único, as cantoras Beyonce e Alicia Keys que fizeram de favelas do Rio de Janeiro o cenário de seus  novos clips, Beyonce da música ”Put It in a Love Song” no Morro da Conceição, no centro do Rio de Janeiro e Alicia Keys  gravou no mesmo morro e na favela Santa Marta, na Zona Sul carioca, mesmo local em que Michael gravou o clip da música “They Don’t Care About Us” não utilizaram como cenário  os lugares mais belos do nosso país.
Com tantas belezas brasileiras para serem mostradas, qual poderá ser o fascínio desses grandes nomes da música em mostrar um cenário de tensão, violência e insegurança? Será esta uma forma de mostrar nosso Brasil como sendo um país inferior em relação ao deles? Ou simplesmente parecerem-se fortes em um cenário  que é palco de tanta violência, ou ainda passar  a imagem de que é possível viver em  um lugar como esses e ter sensualidade como Beyonce e Alicia Keys? Sabe-se apenas que eles dizem amar nosso país. Será apenas gentileza?
O fato é que nosso país é lindo, mas como muitos outros tem suas falhas, talvez até um pouco demais, o que costuma ser tão bem lembrado pelos estrangeiros, falam eles da violência,  da pobreza, da falta de policiamento, da corrupção, da falta de sinalização, etc.  Isso nos ajuda a enxergar por outros olhos o que precisa ser mudado em nosso país e que essas mudanças devem acontecer logo antes que em um efeito “bola de neve” possam surgir novos problemas.