O ministério da educação não quer ser tirano com os autores, mas pode deixar os estudantes aprenderem errado.Existe adequações da língua ao momento, lugar, e ouvinte, a pessoa pode escolher o que é melhor pra cada momento.
O ministério da educação declara que não pode corrir os livros para não censurar o que os autore acham certo ou errado para não ser tirano, nesse contexto, onde ele deixa de intervir no que o autor cosidera certo ou errado no uso da linguagem, ele pode estar gerando confusão em muitos estudantes que começam a aprender gramática, mas sabendo que não presisam usar ela corretamente.
A gramática portuguesa é bastante complicada de se aprender, com muitas regras e excessões, quando um aluno começa a querer aprender as concordâncias da língua, vem o seu próprio livro dizendo se ele concordar o verbo de forma dita "errada" também esta certo. Pera aí, acho que isso pode confundir ainda mais algo que já é confuso o bastante. "Nós pega o peixe", na minha opinião não há adequações que possa ser usado. Há sim formas informais de se usar língua, mesmo assim não quer dizer que você pode falar tudo errado.
Entendo o que a autora do livro quiz dizer com formas inadequadas e adequadas de usar a língua, mas o certo e o errado sempre tem que estar acompanhando. Não se pode falar errado, mesmo com os amigos axando que está falando certo. E o ministério da educação deveria rever seus princípios, e ver que ele deve presar o melhor para os estudantes e não deixa-los mais confusos, e não ensiná-los nada. Tirania não, mas Cuidado com os estudantes.
*Sávio Moreira Carimbá
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