Muitas vezes o que confunde a cabeça do estudante é o fato de ter tantas profissões para escolher, e não saber realmente aonde o mercado de trabalho está favorável para cada profissão. O trabalho, a carreira e a faculdade, apesar de serem etapas de um futuro próximo, parecem muito distantes da escola e do ensino médio.
É como se tudo isso fosse uma nova realidade, que em nada condiz com o que se aprende no ensino médio. A ideia de fazer o ensino médio articulado e promover atividades extra curriculares, faz com que o aluno se sinta mais interessado por sua profissão e saiba que nao será impossível encontrar uma área boa para se trabalhar. É realmente difícil aprender somente sobre tecnologia e indústria em uma região onde se explora o turismo, a ecologia ou as artes, por exemplo.
Os cursos diferenciados também são uma oportunidade de desenvolvimento para aqueles que ainda estão em dúvida sobre a profissão e de permanência de cada vez mais alunos na escola. O índice de evasão escolar aumenta, muitas vezes, porque o jovem nao encontra na escola um lugar para exercer seus talentos e aptidões. Algumas pessoas não se interessam por toda a matéria teórica, mas desenvolvem grande interesse quando as atividades partem para a prática.
Só agora o governo está com melhores investimentos na educação, e essa média deve se manter cada vez melhor para que se possa construir um país com menos desempregados e mais desenvolvimento.
Ana Clara
Foi uma explicação Clara, Ana. (rs) Mas, em minha sub-humilde e modesta opinião, investir na educação com meta em desenvolvimento é investir na EDUCAÇÃO DE BASE, para que crianças cresçam bem informadas, tanto nas matérias escolares, como política e socialmente. Tipo, investir em cursos técnicos é uma atitude interessante, exceto quando se abandona o professor, a escola e que tudo seja levado "com a barriga". Não sei porque governante brasileiro tem medo de investir na educação de base... Será que é porque, se o povo ficar muito sabidinho, político bandido não ganha eleição?
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